Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Após derrota, Haddad deseja sucesso a Bolsonaro
No Twitter

Após derrota, Haddad deseja sucesso a Bolsonaro

No Twitter, pestista diz que escreve mensagem 'de coração aberto'

Publicado em 29 de Outubro de 2018 às 12:57

Publicado em 

29 out 2018 às 12:57
No dia seguinte após a derrota, Fernando Haddad (PT) usou o Twitter para parabenizar o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), pela vitória. Disse que escreve a mensagem “de coração leve” para que “ela estimule o melhor de todos nós”. Ontem, ele avisou a dirigentes petistas que não ligaria para Bolsonaro, um gesto tradicional entre os políticos de reconhecimento da derrota.
No discurso depois da derrota, Haddad também não cumprimentou Bolsonaro (PSL) pela derrota. Segundo aliados, ele se queixou de o adversário não ter mostrado civilidade durante a campanha.
Na noite de domingo, ele disse que, agora, tem a "tarefa" de fazer oposição e de defender o pensamento dos mais de brasileiros que não votaram no presidente eleito.
"Uma parte expressiva do povo brasileiro precisa ser respeitada neste momento. Diverge da maioria, tem um outro projeto de Brasil na cabeça e merece o respeito no dia de hoje. [...] Portanto, nós temos uma tarefa enorme no país que é, em nome da democracia, defender o pensamento, defender as liberdades desses 45 milhões de brasileiros que nos acompanharam até aqui", afirmou o petista, em São Paulo.
Derrotada na corrida presidencial pela Rede, Marina Silva divulgou nota cumprimentando o presidente eleito. A ex-ministra do Meio Ambiente disse que está “preocupada e modestamente confiante” com o resultado das urnas. Na semana passada, ela declarou voto crítico a Fernando Haddad (PT).
" resultado das urnas me deixa, ao mesmo tempo, muito preocupada e modestamente confiante. Preocupada porque foram desencadeadas, na campanha, forças que ameaçam a democracia, pela mentira e pela violência, pela polarização extremada, pela potencialização do ódio e do medo. Confiante porque vejo a presença forte e vigilante de uma consciência cívica e democrática, enraizada em amplos setores da sociedade brasileira, que a torna capaz de resistir a todas essas ameaça"
Marina Silva - Cargo do Autor
Bolsonaro, de 63 anos, foi eleito com 57,7 milhões de votos, o equivalente a 55% dos votos válidos. Marina saudou o militar da reserva “em respeito à nossa Constituição e às instituições democráticas, entre as quais está a Presidência da República”.
Ela reafirmou que fará oposição destacando que teme riscos imediatos para o desmanche da estrutura de proteção ambiental com a “desconsideração dos direitos das comunidades indígenas e quilombolas quanto à demarcação de suas terras, a minimização da importância dos direitos à diversidade e o risco de fragilização da Constituição”.
A ex-ministra também diz esperar que o resultado seja acatado com serenidade e que os brasileiros assumam a política e “o debate de projetos e ideias para o bem do país”.
 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
'Família Bolsonaro não deve se meter mais nas eleições do Rio, porque só apresentam ladrão', diz deputado ex-bolsonarista Otoni de Paula
Xícara de café.
Café, demência e sono: o que dizem os últimos estudos
Serginho, Alice e Camila Castro
Serginho e Camila de Castro celebram os 15 anos de Alice com festão em Vitória

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados