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Líder da extrema-direita

Bolsonaro erra nome de senador Salvini em encontro e o chama de Salvati

O presidente do Brasil se reuniu na cidade de Pistoia com o  líder da ultradireita italiana em celebração dos brasileiros que lutaram na 2ª Guerra

Publicado em 03 de Novembro de 2021 às 15:30

Agência Estado

Publicado em 

03 nov 2021 às 15:30
O presidente Jair Bolsonaro e o senador italiano Matteo Salvini durante homenagem aos pracinhas brasileiros em Pistoia, na Itália
O presidente Jair Bolsonaro e o senador italiano Matteo Salvini durante homenagem aos pracinhas brasileiros em Pistoia, na Itália Crédito: Reprodução/ Twitter/ @eixopolítico
Após confundir o enviado especial dos Estados Unidos para questões climáticas, John Kerry, com o ator e comediante americano Jim Carrey, o presidente Jair Bolsonaro chamou nesta quarta (03), o senador italiano de extrema-direita Matteo Salvini, com quem se encontrou ontem, de "Salvati".
"Teve lá o Salvati, acho que foi primeiro-ministro", disse Bolsonaro nesta quarta-feira a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada. O presidente esteve ontem com Salvini, que já foi premiê italiano e hoje é senador, em Pistoia, na Itália, durante cerimônia em memória dos soldados brasileiros mortos na Segunda Guerra Mundial.
O chefe do Executivo ainda disse ter sido muito bem recebido no país europeu, sem considerar seu isolamento durante a reunião do G20. Bolsonaro teve apenas duas reuniões bilaterais oficiais: com o presidente da Itália, Sergio Matarella, e com o secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Mathias Cormann. "Disseram que eu estava isolado", comentou o presidente hoje com apoiadores, mas em tom de ironia e aos risos.
Bolsonaro também minimizou o fato de faltar à Conferência do Clima da ONU (COP-26), que nesta semana reúne em Glasgow, Escócia, os mais importantes líderes mundiais para debater a questão climática. "Estão reclamando que não fui para Glasgow, mas levaram uma índia para lá substituir o Cacique Raoni e atacar o Brasil", afirmou Bolsonaro, em referência ao discurso da ativista indígena brasileira Txai Suruí na abertura do evento
Txai fez um discurso enfático em defesa da preservação da Amazônia e alertou sobre a importância de se ouvir os povos indígenas. Em entrevista ao UOL News, revelou ter sido intimidada por brasileiros após seu pronunciamento.

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