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Minas Gerais

Caso Bárbara Victória: exame de DNA confirma que suspeito matou a menina

Suspeito de matar a menina tinha sido encontrado morto na tarde de quarta-feira passada (3). Bárbara sofreu abuso sexual e foi morta por asfixia

Publicado em 11 de Agosto de 2022 às 14:35

Agência Estado

Publicado em 

11 ago 2022 às 14:35
Polícia Civil de Minas Gerais confirmou na noite desta quarta-feira, 10, que Paulo Sérgio de Oliveira, de 50 anos, é o responsável pela morte da menina Bárbara Victória, de 10. Em 2 de agosto, dia em que o corpo da menina foi encontrado em Ribeirão das Neves, na Grande Belo Horizonte, ele disponibilizou material genético para exame de DNA no Instituto de Criminalística da capital e foi liberado na sequência.
Bárbara Victória
Bárbara Victória havia desaparecido no dia 31 de julho. Nesta quarta-feira (10), a Polícia Civil confirmou que Paulo Sérgio de Oliveira é o responsável pela morte da menina Crédito: Redes sociais
O material genético de Oliveira, que foi encontrado morto dois dias depois do crime, é compatível com o identificado no corpo da criança, conforme informações do governo de Minas Gerais.
No dia do desaparecimento, Bárbara saiu de casa por volta das 17h30, vestindo short rosa e camiseta do Atlético-MG. Ela foi a uma padaria no bairro Landi e saiu do estabelecimento com uma sacola de pão. Familiares disseram que o trajeto costumava ser percorrido em menos de cinco minutos e que, diante da demora da menina, começaram a procurá-la. Com sinais de asfixia, a menina foi encontrada caída no matagal ao lado de um campinho nos arredores, dois dias depois.
Na quinta-feira da semana passada, 4, o governo de Minas Gerais informou que o principal suspeito de matar a menina de 10 anos tinha sido encontrado morto na tarde de quarta-feira, 3, com indícios de ter cometido suicídio por enforcamento.
Segundo a polícia mineira, Bárbara sofreu abuso sexual e foi morta por asfixia. Ela desapareceu no dia 31 de julho, um domingo. Na noite do crime, Paulo Sérgio de Oliveira chegou a ser encaminhado à delegacia, onde prestou esclarecimentos e foi solto por falta de provas concretas.

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