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Redes movimentadas

Com 8 mil seguidores, detento tinha rotina de tiktoker em presídio no Rio

Com o aparelho, ele registrava cenas de sua rotina, como a faxina nas celas, as refeições e as atividades durante o banho de sol no presídio Dalton Crespo, que fica em Campos dos Goytacazes

Publicado em 03 de Novembro de 2021 às 20:03

Agência FolhaPress

Publicado em 

03 nov 2021 às 20:03
Um detento de um presídio no norte do estado do Rio de Janeiro mantinha uma rotina de influenciador digital dentro da prisão. Com mais de 8.000 seguidores, ele compartilhava no TikTok o dia a dia no local através de um celular, item proibido para os presos.
Detento mostra rotina em prisão do RJ
Detento mostra rotina em prisão do RJ Crédito: Reprodução redes sociais
Com o aparelho, ele registrava cenas de sua rotina, como a faxina nas celas, as refeições e as atividades durante o banho de sol no presídio Dalton Crespo, que fica na cidade de Campos dos Goytacazes (que fica 220 km a nordeste da capital do estado).
Publicado na segunda (1º), o último registro mostra um preso preparando um misto quente. Com 438 mil visualizações até a tarde desta quarta (3), o vídeo mais visto do canal mostra os detentos sentados nas camas de uma cela. Sobre eles, é possível ver varais com roupas penduradas.
Nas legendas que acompanham as imagens, o preso deseja bom dia aos seguidores e pede a proteção de Deus. Ele tinha ainda o hábito de responder os comentários que recebia no aplicativo.
A Secretaria de Administração Penitenciária disse que realizou na tarde de segunda uma revista na unidade em que os vídeos foram feitos e que identificou o detento responsável pela conta --seu nome não foi divulgado.
Segundo a pasta, ele foi transferido já na terça (2) para o presídio de segurança máxima Laércio da Costa Pellegrino, que fica no Complexo de Gericinó, na zona oeste da capital fluminense.
A operação na unidade encontrou ainda 17 celulares, 13 chips e uma quantidade pequena de drogas.
Por meio de nota, o secretário de Administração Penitenciária, Fernando Veloso, disse ser intolerável que os detentos continuem tendo acesso ao mundo exterior. "Vamos intensificar as ações de repressão e punir quando descobrirmos os envolvidos no ingresso desses materiais não permitidos na unidade."

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