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Atos golpistas

Diretor diz que PF pode identificar autores de plano para matar Moraes

Ministro do STF revelou, em entrevista, que foi alvo de uma série de planos de ataque e, um deles, defendia que ele deveria ser enforcado na Praça dos Três Poderes

Publicado em 04 de Janeiro de 2024 às 17:03

Agência Estado

Publicado em 

04 jan 2024 às 17:03
BRASÍLIA - O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou, em entrevista à GloboNews, que a PF já investigava os responsáveis pelo plano que envolvia o homicídio do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes nos atos golpistas do dia de 8 de janeiro. Sem dar maiores detalhes, Andrei disse que os responsáveis já podem ser identificados e que a PF está debruçada sobre o tema.
O plano foi revelado pelo próprio Moraes nesta quinta-feira (4) em entrevista ao jornal O Globo. De acordo com o ministro, no dia em que uma série de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro tentaram invadir o Congresso, havia uma série de planos contra ele. Um deles, o "mais exaltado", como classificou, defendia que Moraes deveria ser preso e enforcado na Praça dos Três Poderes.
Esse plano, segundo o ministro, incluía a participação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que monitorava seus passos.
Alexandre de Moraes, ministro do STF
Alexandre de Moraes, ministro do STF Crédito: CARLOS ALVES MOURA/STF
Segundo Andrei Rodrigues, o monitoramento de Moraes por parte da Abin foi feito de maneira indevida e ilegal. O uso de uma ferramenta para acompanhá-lo, continuou, "em nenhuma hipótese poderia estar sendo usada por uma agência que não tem atribuição legal". O diretor da PF afirmou que existe uma investigação para apontar os responsáveis por esse monitoramento.
Sobre o plano contra Moraes, ele afirmou que essa é uma situação "absolutamente grave". O plano foi descoberto, afirmou, por meio de trocas de mensagens que são investigadas e que é possível a identificação das pessoas envolvidas. O diretor, no entanto, não deu maiores detalhes sobre os responsáveis.

Regulação das mídias

O diretor também defendeu, durante a entrevista, a regulação das mídias sociais. "O que é crime no mundo real é crime no mundo virtual", disse o diretor. "É imperioso que se tenha, a exemplo do que a União Europeia tem, uma regulação das redes sociais" disse.

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