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Atentado em campanha

Facada em Bolsonaro: PF encerra caso Adélio e repete que ele agiu sozinho

Polícia Federal vê elo de advogado com crime organizado, mas sem ligação com tentativa de assassinato do ex-presidente

Publicado em 11 de Junho de 2024 às 10:55

Agência FolhaPress

Publicado em 

11 jun 2024 às 10:55
BRASÍLIA - A Polícia Federal realiza na manhã desta terça-feira (11) uma operação sobre o atentando a faca contra o então candidato Jair Bolsonaro (PL) na eleição de 2018.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou em conversa com jornalistas nesta manhã que a operação encerra o caso de Adelio, responsável por esfaquear Bolsonaro.
Juiz autoriza transferência de Adélio de prisão federal para 'local adequado' de tratamento
Adélio Bispo de Oliveira, autor de ataque contra Jair Bolsonaro Crédito: Divulgação/Polícia
Segundo Andrei, a operação de terça-feira (10) mirou um advogado de Adélio, que teve comprovada relações com o crime organizado. Apesar disso, o diretor afirmou que o advogado não teve relação com a facada.
"O advogado é ligado ao crime organizado. Mas [não há] nenhuma vinculação desse advogado com a tentativa de assassinato do ex-presidente. Nós informamos ao Judiciário, sugerindo o arquivamento dessa parte do inquérito", disse Andrei.
"Adélio agiu sozinho e a conclusão do inquérito", afirmou. A PF, após a conclusão, pediu o arquivamento do caso.
"Durante as diligências, foram cumpridos mandados de busca e apreensão para nova análise de equipamentos eletrônicos e documentos. Outros possíveis delitos foram descobertos, relacionados a um dos advogados de defesa do envolvido no ataque, mas sem qualquer ligação com os fatos investigados", afirmou a PF em nota.
Como mostrou a Folha de S.Paulo, no último ano do governo Bolsonaro, a PF passou a investigar a relação da facção criminosa PCC com pagamentos para a defesa de Adélio.
A linha de investigação seguida à época contrariava as conclusões anteriores e indicava uma tese considerada inconsistente pela atual direção da PF, que vê fragilidades nos indícios citados.
Até o 2022, quando a PF passou a seguir essa linha de apuração, dois inquéritos da tinham apontado que Adélio agiu sozinho.
A PF sob Bolsonaro passou a investigar a suposta relação do PCC com o caso a partir da descoberta de pagamentos de acusados de integrar a facção para um dos advogados que defendeu Adélio, mas que foram feitos dois anos depois da tentativa de assassinato de Bolsonaro.

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