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Promessa cumprida

Governo Lula vai reajustar em 40% bolsas de mestrado e doutorado

Valores dos benefícios pagos por órgãos de fomento do governo federal aos estudantes de pós-graduação não são reajustados desde 2013

Publicado em 15 de Fevereiro de 2023 às 16:56

Agência FolhaPress

Publicado em 

15 fev 2023 às 16:56
BRASÍLIA - O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciará o reajuste nas bolsas de pós-graduação e pesquisa pagas pelos órgãos de fomento do governo federal. O aumento para benefícios de mestrado e doutorado será de 40%.
A ampliação do valor das bolsas foi uma promessa de campanha do petista. Há expectativa de que ele faça o anúncio dos reajustes nesta quinta-feira (16).
Fachada do edifício-sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)
Fachada do edifí­cio-sede da Capes, que oferta 99 mil bolsas de pós-graduação Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
No mestrado, a bolsa passará de R$ 1.500 para R$ 2.100 mensais e, no doutorado, de R$ 2.200 para R$ 3.100.
Os auxílios também vão aumentar para bolsas de pesquisadores no pós-doutorado. Subirão de R$ 4.200 para R$ 5.100. Uma alta de 21%.
A Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) tem ativos, no total, 99 mil bolsistas na pós-graduação. Destes, 44 mil são de mestrado, outros 51 mil, de doutorado e 4.400, de pós-doutorado.
Ligada ao MEC (Ministério da Educação), a Capes é responsável pela regulação e pelo fomento da pós-graduação brasileira. Os valores das bolsas não eram reajustados desde 2013.
Caso fosse aplicada a inflação do período, as bolsas de mestrado e doutorado deveriam passar por um reajuste de 72% para que o poder de compra fosse o mesmo de 2013.
Também serão reajustados os valores das bolsas fornecidas pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), nos mesmos moldes. O órgão, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, reúne cerca de 77 mil pesquisadores bolsistas.
Durante o governo Jair Bolsonaro (PL), houve redução de número de bolsas, mudanças em áreas prioritárias e atrasos de pagamentos. No fim da gestão, no entanto, houve recuperação no volume de bolsas concedidas, que ficou praticamente estável à realidade de 2018, último ano do governo Michel Temer (MDB).

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