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No Rio de Janeiro

Idosa não liga pisca-alerta e é baleada na cabeça de raspão em área de tráfico

Mulher conta que teve seu carro cercado por homens armados após ser atingida pelo disparo; criminosos teriam solicitado que a vítima recebesse atendimento médico

Publicado em 15 de Setembro de 2023 às 08:17

Agência FolhaPress

Publicado em 

15 set 2023 às 08:17
Idosa não liga pisca-alerta e é baleada na cabeça em área de tráfico no Rio
Idosa não liga pisca-alerta e é baleada na cabeça em área de tráfico no Rio Crédito: Reprodução
Uma idosa de 77 anos foi baleada de raspão na cabeça, nesta quarta-feira (13), próximo ao morro da Chacrinha, zona oeste do Rio de Janeiro, quando dirigia seu carro. Lúcida, ela disse à polícia que foi cercada por homens armados com fuzis após ser ferida.
Os suspeitos teriam pedido desculpas e dito que o motivo dos disparos foi a falta do pisca-alerta ligado e os vidros fechados do veículo.
Ainda segundo o relato de Elisa Vieria Vaz à polícia, os suspeitos determinaram que ela fosse socorrida, e o motorista de uma van a levou até a porta de uma delegacia. De lá a idosa foi levada por policiais para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Campinho. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde disse que a vítima foi transferida para o Hospital Salgado Filho, no Méier, zona norte, e já recebeu alta.
A prática de ligar o pisca-alerta e abaixar os vidros é comum em áreas de conflito no Rio. A vítima disse à polícia que passava pela rua por ser trajeto diário e contou que já foi assaltada três vezes no local.
A rua em que ela trafegava é uma vias de acesso ao morro da Chacrinha, que passa por uma disputa entre traficantes e milicianos. O disparo que acertou a idosa entrou pelo vidro traseiro do carro. Três pneus também foram perfurados pelos tiros, e o veículo passará por perícia.
A zona oeste é conhecida por ser o berço da milícia. Nos anos 1990, policiais passaram a cobrar para oferecer uma suposta segurança nas horas vagas, nas regiões em que moravam. Com o tempo, passaram também a cometer crimes e extorquir moradores e comerciantes.
Em nota, a Polícia Civil disse que "diligências estão em andamento para apurar autoria do fato". A Polícia Militar afirmou que faz o patrulhamento da região.

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