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Recados ao Congresso

Lula acena a evangélicos e diz que maioria dos deputados pouco liga para o povo

Presidente deu entrevista junto com a primeira-dama, Janja, para programa de rádio voltado ao segmento religioso
Agência FolhaPress

Publicado em 

19 set 2025 às 14:38

Publicado em 19 de Setembro de 2025 às 14:38

BRASÍLIA - O presidente Lula (PT) e a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, concederam entrevista a um programa de rádio evangélico, que foi ao ar nesta sexta-feira (19). Nela, o presidente mandou recados ao Congresso Nacional, ao afirmar que os parlamentares pouco ligam para o povo.
"Pega a Constituição e veja todos os direitos sociais. Não são regulamentados por quê? Porque a maioria dos deputados não são trabalhadores, não têm compromisso com os trabalhadores, são gente de classe média alta, que pouco está ligando para o povo. Essa é a verdade", disse Lula.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante entrevista
Lula afirmou que não usa religião como moeda política e que evita ir a igrejas em período eleitoral Crédito: Ricardo Stuckert/PR
A declaração foi dada em entrevista ao podcast Papo de Crente, que foi ao ar dois dias após o Congresso avançar com pautas controversas.
Uma delas, a PEC da Blindagem, impõe necessidade de aval prévio do Congresso para investigações e prisões de parlamentares. Ela teve voto de oito parlamentares do PT. A segunda, alvo de maior interesse do governo, é o projeto de lei que visa a anistiar envolvidos nos ataques do 8 de Janeiro.
O perfil do canal que entrevistou Lula é de evangélicos mais alinhados à agenda do presidente. Entre os vídeos mais populares estão títulos como "Coalizão de evangélicos contra Bolsonaro".
Pesquisa Datafolha de fevereiro deste ano mostrou que a avaliação positiva de Lula saiu de 26% em dezembro para 21% entre os evangélicos. Neste segmento, 48% dos entrevistados avaliaram o governo Lula como ruim ou péssimo.
Embora tenha participado do programa, em mais uma movimentação de aceno a este público, Lula afirmou na entrevista que não usa religião como moeda política e que evita ir a igrejas em período eleitoral.
"Eu não tenho hábito de fazer política tentando dividir a sociedade por religião", disse. "Não gosto de ir em igreja em época de campanha porque não acho que a gente deva usar igreja eleitoralmente. Eu não tento fazer disso politica. Não me façam usar igreja como palanque que eu não vou usar."

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