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Ministério diz ainda não ter necessidade da volta do horário de verão

Implantação do mecanismo, que costumava vigorar entre outubro e fevereiro, foi descartada pelo Ministério de Minas e Energia

Publicado em 22 de Setembro de 2023 às 14:51

Agência FolhaPress

Publicado em 

22 set 2023 às 14:51
SÃO PAULO - O Ministério de Minas e Energia disse não haver necessidade de implementação do horário de verão no Brasil. Em nota, a pasta informou que no momento está descartada a possibilidade. O horário de verão, que costumava vigorar entre outubro e fevereiro em parte dos Estados, foi extinto em abril de 2019, no primeiro ano de mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
"Em virtude do planejamento seguro implantado pelo ministério desde os primeiros meses do governo, os dados não apontam, até o momento, para nenhuma necessidade de implementação do horário de verão", diz a nota do MME.
Atenção redobrada com alimentação e hidratação no verão
Horário de verão foi extinto no Brasil em abril de 2019 Crédito: Pixabay
No ano passado, logo após ser eleito, o presidente Lula utilizou as redes sociais para questionar a população sobre a volta do mecanismo. Ele abriu uma enquete e perguntou: "O que vocês acham da volta do horário de verão?"
O "sim" teve 66,2% dos votos na enquete do presidente, contra 33,8% de pessoas contrárias ao horário de verão e que votaram "não".

Quem criou o horário de verão

O horário de verão foi instituído no Brasil em 1931 pelo então presidente Getúlio Vargas, com o intuito de aproveitar o maior período de luz solar durante a época mais quente do ano.
A partir de 1967, deixou de ser adotado e foi retomado apenas na década de 1980, devido a problemas de produção de energia nas hidrelétricas. À época, não era padronizado e variava em duração e data todos os anos.
Foi regulamentado somente em 2008 durante o governo Lula, quando se tornou permanente. Mas mudanças nos hábitos do consumidor e avanço da tecnologia reduziram a relevância da economia de energia ao longo dos anos.
Não é invenção brasileira, sendo adotado por vários países e regiões do mundo. A ideia é do político e cientista norte-americano Benjamim Franklin, no ano de 1784, sendo primeiramente adotada somente no início do século 20, durante a Primeira Guerra Mundial, pela Alemanha, país que precisava economizar os gastos com carvão mineral em razão dos tempos difíceis do combate e dos gastos militares.

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