Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Na contramão de Bolsonaro, Lira impõe "passaporte sanitário" na Câmara
Presidente da Câmara

Na contramão de Bolsonaro, Lira impõe "passaporte sanitário" na Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados informou a condição para ingressar no prédio. Retomada do trabalho presencial ocorre na próxima segunda-feira (25)

Publicado em 19 de Outubro de 2021 às 14:59

Agência Estado

Publicado em 

19 out 2021 às 14:59
Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira
Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira Crédito: Najara Araújo/Câmara dos Deputados
presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), anunciou nesta terça-feira (19), a retomada dos trabalhos presenciais na Casa na segunda-feira (25). Para isso, impôs como condição uma espécie de "passaporte sanitário" para ingressar no prédio. "Serão tomadas todas as medidas administrativas e sanitárias no retorno das atividades, entre elas, a apresentação da carteira de vacinação", disse Lira, por meio de seu Twitter.
A volta das atividades presenciais acontece depois de um ano e meio de pandemia, que fez o Poder Legislativo limitar a ocupação do espaço para evitar a disseminação da Covid-19. Neste período, a Câmara adotou um modelo híbrido, em que deputados participam das votações virtualmente e poucos parlamentares vão presencialmente ao plenário.
A exigência de apresentar um comprovante de vacinação, porém, vai na contramão do que defende o presidente Jair Bolsonaro, aliado de Lira. O chefe do Executivo, que diz não pretender se vacinar, tem feito críticas à adoção de passaportes de vacina em cidades do País e no exterior. Questionada, a assessoria de Lira não informou se a exigência também valeria para Bolsonaro e demais visitantes da Câmara.
Em setembro, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), por exemplo, havia a exigência de que as pessoas entrassem vacinadas, mas a medida não foi aplicada para chefes de Estado e Bolsonaro participou mesmo sem ter se imunizado.
Um projeto de lei que prevê a adoção do passaporte de vacinação em todo o País foi aprovado pelo Senado no dia 10 de junho, mas parou na Câmara.
Uma semana depois de os senadores aprovarem o projeto, Bolsonaro, durante live nas redes sociais, reclamou da iniciativa. "Nós primamos pela liberdade. Não pode obrigar as pessoas a tomar vacina. Liberdade acima de tudo. Se alguém quiser demitir alguém alegando que não tomou vacina, isso vai ocorrer. Por justa causa, talvez", afirmou. Bolsonaro também ameaçou vetar a medida caso o Congresso aprove.
Enquanto não há uma lei nacional que determine a exigência de estar vacinado para circular nos espaços, cidades como Rio e São Paulo aplicaram a iniciativa em âmbito local.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

TJES
Juiz do ES é condenado à aposentadoria pela 2ª vez por não aparecer no local de trabalho
Em comemoração aos 30 anos da CBN Vitória, Milton Jung apresenta programa direto do ES
Em comemoração aos 30 anos da CBN Vitória, Mílton Jung apresenta programa direto do ES
Imagem de destaque
Palantir: por que o crescimento do poder global da empresa de IA causa preocupação?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados