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Saúde

Queiroga diz estudar custo e efetividade de vacinação anual para Covid

O ministro citou o exemplo da vacinação contra a gripe, que é anual mas cobre apenas os grupos mais vulneráveis da população, como crianças de até 5 anos, idosos e pessoas de baixa imunidade

Publicado em 25 de Maio de 2022 às 14:31

Agência FolhaPress

Publicado em 

25 mai 2022 às 14:31
 O ministro Marcelo Queiroga (Saúde) falou que governo estuda o custo e a efetividade de se vacinar anualmente a população contra a Covid caso a doença se torne endêmica como a influenza.
"Como política pública, temos que analisar uma série de aspectos, inclusive a custo-efetividade, e isso faz parte da legislação" disse Queiroga a jornalistas no encontro do Fórum Econômico Mundial em Davos, ao qual chegou nesta quarta (25) após participar da conferência da Organização Mundial da Saúde em Genebra.
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil
Ele citou o exemplo da vacinação contra a gripe, que é anual mas cobre apenas os grupos mais vulneráveis da população, como crianças de até 5 anos, idosos e pessoas de baixa imunidade.
"Isso como política pública, porque o setor privado também pode aplicar vacinas, e as pessoas podem procurar o setor privado com recomendação de seu médico."
Queiroga, que vem enfatizando o papel do setor privado uma vez que com o fim do estado de emergência sanitária empresas e clínicas ficaram liberadas para comprar e vender imunizastes contra a Covid, não deixou claro se essa é a política a ser adotada para a Covid.
Mas indicou que os preços atuais da vacina inviabilização a imunização anual universal: "As vacinas têm que baixar o preço". Segundo ele, há conversas com farmacêuticas nesse sentido e também para a compra de antivirais.
O ministro insistiu que falar em custo-efetividade não significa rejeitar a vacina, mas fazer contas. "Somos a favor [da vacinação]. Mas tem de se racionalizar os recursos, que são finitos."
Indagado sobre a preparação do Brasil para o caso de disseminação da varíola dos macacos, Queiroga afirmou que o ministério monitora os casos, mas sem alarde: "A posição é de observação, não de preocupação".

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