Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • São Paulo e Rio avaliam tornar máscara opcional em espaços abertos
Covid-19

São Paulo e Rio avaliam tornar máscara opcional em espaços abertos

Com a queda de internações e óbitos de Covid-19 e avanço da vacinação, as autoridades sanitárias avaliam que já seria possível descartar a necessidade da proteção ao menos em áreas externas

Publicado em 05 de Outubro de 2021 às 13:14

Agência FolhaPress

Publicado em 

05 out 2021 às 13:14
Mulher usando máscara
São Paulo e Rio de Janeiro planejam tornam uso de máscara opcional em espaços abertos Crédito: prostooleh/Freepik
São Paulo e Rio de Janeiro já estudam desobrigar o uso de máscara nas cidades ainda neste ano. Com a queda de internações e óbitos de Covid-19 e avanço da vacinação, as autoridades sanitárias avaliam que já seria possível descartar a necessidade da proteção ao menos em áreas externas.
O prefeito Eduardo Paes (PSD) disse nesta segunda (4) que a liberação do uso da máscara já pode começar em 15 de outubro. São Paulo ainda não definiu a data da flexibilização, mas a Folha apurou que a nova regra já pode começar a valer já na segunda metade de deste mês.
Paes compartilhou em suas redes sociais documento que estabelece o mínimo de 65% da população com esquema vacinal completo para o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras. Segundo dados da Prefeitura, 72% dos adultos já estão com o esquema vacinal completo.
Já São Paulo deve esperar a vacinação em duas doses ou dose única da população adulta chegue próximo aos 90%. Segundo boletim da prefeitura, até esta segunda (4), esse índice estava em 81,75%. Entre os adolescentes, 97,5% já haviam completado o primeiro ciclo da vacinação.
O documento divulgado por Paes também aponta para uma maior flexibilização em novembro, exigindo máscaras apenas em ambiente hospitalar e no transporte público, caso 75% da população esteja com esquema vacinal completo. A ideia também é permitir a livre circulação das pessoas, sem distanciamento ou limite de lotação.
Após ser chamada em agosto de epicentro da pandemia por Paes, a cidade do Rio vive uma queda nos números da pandemia. Segundo o último boletim epidemiológico, os atendimentos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave na capital fluminense estão em queda e não há filas de espera para leito de Covid-19.
Já em São Paulo o que tem motivado a flexibilização é a redução de óbitos. A média móvel dos últimos sete dias tem ficado na casa de duas mortes diárias. Além disso, as internações têm caído de maneira consistente desde julho. Nesta segunda, a cidade tinha 507 pacientes internados, sendo 294 em leitos de UTI e 213 em enfermaria. Para comparação, em março, a cidade chegou a registrar 2.020 pacientes internados -1.058 sob cuidados intensivos.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Renato Casagrande - Eleições 2026
Quaest: 60% avaliam como positivo o governo de Casagrande
Hospital no ES realiza transplante de medula óssea alogênico com coleta em centro cirúrgico
Imagem de destaque
Morre mãe de homem que ateou fogo na própria moto em abordagem policial no ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados