Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • SP estuda manter uso de máscaras em alguns ambientes após o fim da pandemia
Liberação com segurança

SP estuda manter uso de máscaras em alguns ambientes após o fim da pandemia

O coordenador executivo do Centro de Contingência descartou por ora que a obrigatoriedade do uso de máscaras seja suspensa no Estado, "apesar de os números estarem muito positivos"

Publicado em 20 de Outubro de 2021 às 15:20

Agência Estado

Publicado em 

20 out 2021 às 15:20
Máscara de proteção contra a Covid-19
Máscara de proteção contra a Covid-19 Crédito: Pixabay
O governo de São Paulo estuda manter o uso obrigatório de máscara facial para situações específicas mesmo após o fim da pandemia. Segundo João Gabbardo, coordenador executivo do Centro de Contingência da Covid-19, o comitê enviará nos próximos dias uma recomendação formal à administração estadual sugerindo que a medida seja aplicada, a princípio, ao menos em ambientes hospitalares.
Em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira, 20, Gabbardo não especificou se a medida será aplicada a outras situações e ambientes. Ele também descartou por ora que a obrigatoriedade do uso de máscaras seja suspensa no Estado, "apesar de os números estarem muito positivos".
São Paulo tem mais de 80% da população adulta com o esquema vacinal completo (duas doses ou imunizante de aplicação única). Segundo os dados do governo, todos os índices da pandemia apresentaram queda nesta semana epidemiológica, em comparação com a anterior. Houve redução de 58,1% dos casos, 14,2% das internações e 44,3% dos óbitos.
De acordo com Gabbardo, o comitê vai apresentar uma "série de indicadores relacionados à cobertura vacinal e transmissibilidade" que serão usados para uma possível flexibilização da obrigatoriedade da máscara. "Inicialmente, isso se dará em ambientes externos, ao ar livre e sem aglomerações", afirmou.
Ele ainda explicou que é necessário "acompanhar o impacto" das flexibilizações recentes anunciadas no Estado, como a volta às aulas presenciais, a presença de público em eventos e a redução do distanciamento de um metro. "Temos vários representantes dos setores de eventos pedindo que o uso da máscara não seja flexibilizado. Todos têm receio de retroceder."
Gabbardo ainda disse que "as flexibilizações do Plano São Paulo sempre foram com segurança" e que "nunca houve retrocesso", mas a classificação das fases propostas pelo comitê foi marcada por adiamentos e períodos de retrocesso ao longo da pandemia. Ainda em maio, as medidas de abertura previstas foram adiadas e, em novembro do ano passado, o Estado inteiro regrediu para as restrições da fase amarela, um dia após as eleições municipais.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

TJES
Juiz do ES é condenado à aposentadoria pela 2ª vez por não aparecer no local de trabalho
Em comemoração aos 30 anos da CBN Vitória, Milton Jung apresenta programa direto do ES
Em comemoração aos 30 anos da CBN Vitória, Mílton Jung apresenta programa direto do ES
Imagem de destaque
Palantir: por que o crescimento do poder global da empresa de IA causa preocupação?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados