Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • STF anula condenação de Eduardo Cunha na Lava Jato a 16 anos de prisão
Julgamento

STF anula condenação de Eduardo Cunha na Lava Jato a 16 anos de prisão

Segunda Turma do Supremo decidiu enviar processo para a Justiça Eleitoral, que analisará se caso pode ser restabelecido

Publicado em 29 de Maio de 2023 às 16:43

Agência FolhaPress

Publicado em 

29 mai 2023 às 16:43
BRASÍLIA - A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por 3 votos a 2, anular uma condenação do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha na Lava Jato.
A decisão determina que os autos sejam encaminhados à Justiça Eleitoral, onde será analisado se o caso será reiniciado ou se a condenação pode ser restabelecida.
O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha
Eduardo Cunha havia sido condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ex-deputado foi condenado em 2020 pelo juiz Luiz Antônio Bonat, que à época era o titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, a 15 anos e 11 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Segundo a decisão, ele havia recebido R$ 1,5 milhão em vantagens indevidas decorrentes dos contratos de fornecimento de navios-sonda da Petrobras.
Sua defesa questionou ao Supremo a determinação decisão do juiz, sob o argumento de que o caso deveria ser julgado pela Justiça Eleitoral, e não pela Federal, já que envolvia dinheiro para campanha.
O relator da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin, votou no ano passado em plenário virtual contra o pedido e foi seguido pelo ministro Ricardo Lewandowski.
O ministro Kassio Nunes Marques divergiu e votou a favor do envio do processo à Justiça Eleitoral. Ele foi acompanhado pelo ministro André Mendonça.
Depois de pedir vista (mais tempo para análise), Gilmar acompanhou o voto de Kassio na última semana.
Esta não é a primeira vitória de Cunha na Lava Jato e em seus desdobramentos. Em 2021, o ex-deputado, pivô do impeachment de Dilma Rousseff em 2016, teve outras duas sentenças anuladas — uma expedida pelo ex-juiz Sergio Moro, hoje senador pela União Brasil-PR, e outra pela Justiça Federal em Brasília.
O ex-deputado ficou preso em regime fechado de outubro de 2016 até abril de 2021. No ano passado, lançou candidatura pelo PTB-SP e conseguiu suspender sua inelegibilidade, mas obteve apenas 5.000 votos e não se elegeu.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

TJES
Juiz do ES é condenado à aposentadoria pela 2ª vez por não aparecer no local de trabalho
Em comemoração aos 30 anos da CBN Vitória, Milton Jung apresenta programa direto do ES
Em comemoração aos 30 anos da CBN Vitória, Mílton Jung apresenta programa direto do ES
Imagem de destaque
Palantir: por que o crescimento do poder global da empresa de IA causa preocupação?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados