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Agronegócio

Após comprar Casa do Adubo, Nutrien olha "com mais carinho para o ES"

Gigante canadense do agronegócio quer ampliar sua participação no Brasil, potência mundial do agro. Para isso, está de olho em oportunidades no mercado

Publicado em 06 de Outubro de 2022 às 16:48

Públicado em 

06 out 2022 às 16:48
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

André Dias, CEO da Nutrien para América Latina
André Dias, CEO da Nutrien para América Latina Crédito: Divulgação/Nutrien
A Nutrien, gigante canadense do agronegócio, olha com carinho novas oportunidades de investimentos no Espírito Santo. Ainda não há nada consolidado, mas a aquisição da capixaba Casa do Adubo, fechada em julho, aproximou a multinacional, que tem como objetivo fundamental ampliar sua participação no mercado brasileiro, das potencialidades do Estado.
"Com a aquisição da Casa do Adubo, passamos a olhar com mais carinho para o Espírito Santo. Estamos investindo forte em distribuição, varejo e também em misturadores de fertilizantes. Estamos, por ora, focados em realizar a integração da Casa do Adubo ao nosso negócio, mas estamos sempre atentos às oportunidades do mercado", explicou André Dias, presidente da Nutrien na América Latina, que esta semana esteve em Vitória.
O crescimento do setor atacadista e distribuidor do Estado, empurrado, em parte, pelos incentivos fiscais, chama a atenção. O que pesa aqui é o fato de o Estado estar distante dos principais centros consumidores do agro - São Paulo, Sul, Centro-Oeste e Matopiba (região que engloba Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Olhando um pouco mais pra frente, o potencial eólico do Estado e, consequentemente, de produção de hidrogênio verde - base para a geração de energia limpa e também de fertilizantes verdes - chamam muito a atenção.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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