É o primeiro passo rumo a novas fronteiras. O objetivo é, via compras e crescimento orgânico, crescer para o Sul e também para o Centro-Oeste. A pujança do agronegócio foi o fator decisivo para a escolha das regiões. "Furar o eixo Rio, Minas e Espírito Santo significa duas coisas: mais oportunidades de crescimento e sair da nossa zona de conforto. São Estados onde já estamos muito consolidados, claro, vamos continuar investindo, mas é bom quebrar um pouco isso, faz bem para todo mundo", explica o diretor e integrante do conselho executivo do Grupo Lider, Eloy Braz. "Além disso, surgiu uma ótima oportunidade em um Estado relevante como o Paraná e com a Toyota, que já era um namoro antigo".
Como bom mineiro - o grupo e Braz nasceram em Muriaé -, ele segura o jogo, mas já há negociações em andamento no Sul e Centro-Oeste. "Sou mineiro, não posso te dizer muita coisa (risos). Só digo que estamos procurando novas oportunidades".
Em 2022, o faturamento do Grupo Lider deve ficar em R$ 3,8 bilhões. Para o ano que vem, a expectativa é bater nos R$ 5 bi. Só a operação do Paraná deve contribuir com R$ 650 milhões. Em 2023, a rede deve ultrapassar a marca de 70 mil veículos comercializados.