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Economia

Boas práticas no agro: Espírito Santo recebe visita de organização internacional

Executivo do WWF esteve no Espírito Santo para conhecer a cadeia produtiva do café. O objetivo é desenvolver padrões globais para as commodities agrícolas

Publicado em 21 de Junho de 2025 às 03:00

Públicado em 

21 jun 2025 às 03:00
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Plantação de café no Norte do ES
Plantação de café no Norte do Espírito Santo Crédito: Divulgação/Cooabriel
O inglês Chris Docherty, líder global do projeto Codex Planetarius, do WWF, esteve no Espírito Santo para conhecer a cadeia produtiva do café. O objetivo é desenvolver padrões globais para as commodities agrícolas, garantindo sustentabilidade, lucratividade e resiliência. "Estamos particularmente interessados em como a adição de um conjunto simples de métricas em áreas como saúde do solo, uso da água e biodiversidade pode impulsionar a melhoria contínua. O currículo de agricultura sustentável, que será aplicado a 8 mil fazendas até o final deste ano, é um ótimo modelo para o tipo de melhorias ambientais, de produtividade e comerciais que buscamos globalmente", explicou o europeu.
Líder na cadeia global do conilon, o Espírito Santo vem ganhando, nos últimos anos, produtividade e mercado, sem abrir mão da sustentabilidade. Pelo contrário, trata-se de um dos principais ativos. "O pano de fundo do Codex Planetarius é dar resiliência para a produção mundial de alimentos. São muitas as mudanças em curso, inclusive climáticas, e o consumo está crescendo, portanto, o cenário é desafiador. A ideia é buscar as melhores práticas, o top 20% do planeta, e espalhar essas boas práticas. O Espírito Santo avançou muito e virou referência na produção de café", explicou Michel Tesch, subsecretário de Estado de Desenvolvimento Rural.
"O objetivo é garantir que a produção agrícola seja sustentável, lucrativa e resiliente, ajudando fazendas menos produtivas a melhorar. Veja o quanto de trabalho foi feito no Espírito Santo para começar a lidar com os efeitos das mudanças climáticas, como a seca e as temperaturas extremas. Isso passa por investimentos em represas, irrigação e árvores de sombra. Vejo enormes possibilidades tanto para o conilon como para o arábica", enumerou Docherty.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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