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Economia

Com juros altos, ArcelorMittal espera um segundo semestre nebuloso

Juros elevados travam negócios de setores como o automotivo e a construção civil, que são grandes consumidores de aço. Produto importado também atrapalha

Publicado em 27 de Maio de 2025 às 17:07

Públicado em 

27 mai 2025 às 17:07
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

ArcelorMIttal Tubarão investe em inteligência artificial
Linha de produção de aço da ArcelorMittal Tubarão, no Espírito Santo Crédito: Fernando Madeira
A ArcelorMittal vai fechar o primeiro semestre de 2025 com um resultado semelhante ao obtido no primeiro semestre de 2024. O segundo semestre, entretanto, ainda está em aberto e o cenário se mostra mais nebuloso. Os altos índices de importação de aço e a taxa de juro em alta no Brasil são os grandes complicadores desse cenário.
"Tem muito aço, acabado inclusive, entrando com preços subsidiados no Brasil. Isso complica muito o cenário da indústria nacional. Além disso, a alta dos juros começa a impactar setores da economia que são dependentes de crédito e são grandes compradores nossos, caso de autopeças e construção civil. O primeiro semestre está encaminhado e ficará em linha com o ano passado, mas o segundo semestre está em aberto, explicou Jorge Oliveira, CEO da ArcelorMittal Aços Planos América Latina e da ArcelorMittal Brasil.
A indústria brasileira de aço quer que o governo federal renove, ainda em maio, as sobretaxas em cima do aço importado. Os empresários alegam que o produto, principalmente o vindo da China, está com preços subsidiados (abaixo do que é praticado pelo mercado), desequilibrando o mercado de aço do mundo inteiro, inclusive no Brasil. Sobre as taxas de juro, o desejo é que o desafio fiscal brasileiro seja encarado de frente. Cenário improvável com as eleições gerais cada vez mais próximas...

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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