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Agro

Cooabriel prevê queda na produção de café conilon no ES

A maior cooperativa de café conilon do Brasil enxerga queda de até 15% após uma das safras mais fortes da história, que foi a de 2025

Publicado em 10 de Março de 2026 às 03:00

Públicado em 

10 mar 2026 às 03:00
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Em 2022, a Cooabriel foi reconhecida como a 20ª maior empresa do Estado do Espírito Santo, de acordo com ranking IEL/Findes.
Armazém de café da Cooabriel, no Norte do Espírito Santo Crédito: Cooabriel/Divulgação
A Cooabriel, maior cooperativa de café conilon do Brasil, prevê uma queda de até 15% na safra de 2026, que começa a ser colhida em abril. A cooperativa não estima tamanho de safra, mas, em 2025, o mercado apontou para 19 milhões de sacas só no Espírito Santo (a Cooabriel também atua na Bahia, onde o conilon também é forte), portanto, estamos falando de um encolhimento de quase 3 milhões de sacas.
"Estamos prevendo uma safra entre 10% a 15% menor na comparação com 2025. A produtividade em 2025 foi muito alta, exigiu muito das plantas. Agora, existe uma certa compensação em função da quantidade de café que está chegando ou iniciando produção, pois a área plantada aumentou, mas, ainda assim, enxergamos uma quebra em relação ao ano anterior", explicou Carlos Augusto Pandolfi, superintendente da Cooabriel.
O Espírito Santo responde por cerca de 70% da produção brasileira de café conilon. Em 2025, de acordo com a norte-americana StoneX, uma das mais relevantes companhias de serviços financeiros do mundo, foram 19,2 milhões de sacas de conilon (o arábica ficou em 3 milhões). O complexo cafeeiro do Estado (conilon, arábica e solúvel) exportou US$ 1,24 bilhão, no ano passado. Das 4,3 milhões de sacas vendidas, 3,2 milhões foram de conilon.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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