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Mineração

De olho na retomada, Samarco vai reformar as usinas 1 e 2 de Anchieta

Hoje, das quatro usinas de pelotização, apenas a 4 está funcionando, o que representa algo perto de 25% da capacidade total

Publicado em 09 de Julho de 2023 às 03:50

Públicado em 

09 jul 2023 às 03:50
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Samarco
Usina de Pelotização da Samarco, em Anchieta. Crédito: Carlos Alberto Silva
A Samarco aproveita o período operando abaixo da capacidade, ainda por conta do colapso de suas barragens em Minas Gerais, em 2015, para modernizar todo o seu parque produtivo em Anchieta, Sul do Espírito Santo. Hoje, das quatro usinas de pelotização, apenas a 4 está funcionando, o que representa algo perto de 25% da capacidade total.
Em janeiro de 2025, a Usina 3, que já passa por adequações, volta a operar. A partir daí, as pelotizadoras 1 e 2, as mais antigas, projetadas e construídas nos anos 70 e 80, entrarão em um profunda reforma. Serão completamente modernizadas. Um investimento que, a preços de hoje, ficaria na casa dos R$ 800 milhões. Pelo planejamento da Samarco, as duas voltam a funcionar em janeiro de 2028. Hoje, as unidades mais antigas estão em hibernação, ou seja, nem manutenção estão recebendo.
Os três minerodutos da companhia, que trazem o minério de ferro das minas de Mariana, também estão sendo modernizados. Em março, o mineroduto 3, com capacidade para trazer 20 milhões de toneladas por ano, voltou a funcionar, permitindo a plena capacidade da quarta pelotizadora. Com isso, a companhia deve chegar a uma produção de 9 milhões de toneladas de pelotas em 2023.
A Samarco não opera 100% em Anchieta porque ainda não tem as licenças necessárias para extrair minério na quantidade necessária lá em Minas Gerais.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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