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Gás natural

Demora da Vibra atrasa privatização da ES Gás

Primeira versão da modelagem da venda, que está sendo feita pelo BNDES, deveria ter sido entregue no final de maio, mas só vai sair no final desse mês

Publicado em 02 de Junho de 2022 às 04:30

Públicado em 

02 jun 2022 às 04:30
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Gás de cozinha - botija
Crédito: Carlos Alberto Silva
A demora da Vibra (antiga BR Distribuidora, privatizada em junho do ano passado) na entrega de documentos e nas respostas ao BNDES, responsável pela estruturação da venda da ES Gás, fez com que a primeira versão da modelagem da privatização, que era para ter sido entregue no final de maio, ficasse para o final de junho. Vibra, com 49% das ações, e governo do Estado, com 51%, são sócios da estatal.
Técnicos do BNDES estiveram nesta quarta-feira (01) no Tribunal de Contas do Estado para uma primeira conversa. O TCES será responsável por analisar a modelagem e, por isso, estará em contato constante com o banco. A expectativa é de que em agosto o documento esteja dentro do tribunal. O presidente Rodrigo Chamoun reafirmou que tratará a questão como prioridade máxima e que em seis meses a decisão da instituição estará dada. Durante o mês de julho, ou seja, antes de ir para o tribunal, a modelagem será analisada pelos sócios.
No final do ano passado, a Assembleia Legislativa deu seu ok para a privatização. A privatização da ES Gás deve ocorrer por meio da venda de 25% das ações por parte de cada acionista. A operação será feita na Bolsa de Valores de São Paulo. A ES Gás atua nos segmentos residencial, comercial, industrial, automotivo, de climatização, cogeração e termelétrico, totalizando mais de 60 mil unidades consumidoras.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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