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Mercado de capitais

Dinheiro verde: Bandes quer recursos de fora para financiar ESG aqui dentro

Os recursos estão fundamentalmente nos Estados Unidos e Europa. As fontes são várias: créditos subsidiados por governos, linhas específicas de bancos e até filantropia

Publicado em 14 de Junho de 2023 às 03:50

Públicado em 

14 jun 2023 às 03:50
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Energia solar: economia e sustentabilidade
Energia solar: economia e sustentabilidade Crédito: VP Solar
O Bandes (Banco de Desenvolvimento do Estado do Espírito Santo) quer colocar de pé, até o final do ano que vem, uma engrenagem sólida para o financiamento de projetos com forte pegada ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança) captando recursos fora do país. A ideia é criar um fundo, com crédito mais barato e perene para esse tipo de empreendimento.
"É mais um passo nesse reposicionamento do Bandes. Queremos ser um banco de fomento com forte presença na transição verde. Há um importante trabalho interno e externo que precisa ser feito, é trabalhoso, mas é possível e necessário fazer. Os investimentos da transição verde são altos e complexos, mas o fato é que existe crédito a juros bastante interessantes disponíveis no mundo. Temos que trazer isso para cá. Estamos em um país e em um Estado com grande potencial para a economia verde, ou seja, é uma grande oportunidade de negócio", explicou o presidente do Bandes, Marcelo Saintive.
Esse 'dinheiro verde' está fundamentalmente nos Estados Unidos e Europa. As fontes são várias: créditos subsidiados por governos, linhas específicas de bancos e até filantropia. "Temos de criar duas condições: acessar esses recursos lá fora e selecionarmos os projetos aqui dentro. Veja que hoje temos uma taxa básica de juros de 13,75% ao ano no Brasil, estamos falando de taxas subsidiadas em países onde o juro anual não chega a 5%. O potencial de crescimento é enorme e vamos buscar isso".

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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