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Fiscal

Gasto das prefeituras do ES sobe mais que receitas e muito mais que a inflação

A forte queda nos repasses de royalties e participações especiais que são feitos a Estado e municípios por conta da extração de óleo e gás no litoral capixaba explicam um pouco a situação

Publicado em 05 de Março de 2024 às 03:50

Públicado em 

05 mar 2024 às 03:50
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Dinheiro - investimento - gráfico
Crédito: Carlos Alberto
As receitas somadas de todos os municípios do Espírito Santo chegaram, em 2023, a R$ 23 bilhões, 15% acima dos R$ 20 bi registrados no ano anterior. Um avanço relevante. A questão é que as despesas, no mesmo espaço de tempo, cresceram 20,2%, alcançando R$ 22,34 bilhões. No ano passado, a inflação (IPCA) ficou em 4,62%, portanto, a expansão dos gastos das prefeituras capixabas ficou muito acima da variação média de preços. Os dados são do Boletim da Macrogestão Governamental do Tribunal de Contas do Estado.
O resultado de toda essa equação ainda é de superávit no conjuntos das cidades, mas muito inferior ao que foi registrado em 2022. As receitas gerais ficaram R$ 658 milhões acima das despesas, valor 53,5% menor ao montante do ano anterior: de R$ 1,4 bilhão.
A forte queda identificada nos repasses de royalties e participações especiais feitos a Estado e municípios por conta da extração de óleo e gás no litoral capixaba explicam um pouco da situação. O acumulado, até dezembro, foi de R$ 1,2 bilhão, uma queda de 42,9% na mesma base de comparação com o ano passado, quando as rendas do petróleo somaram R$ 2,1 bilhões. No ano passado, a Petrobras terminou de pagar o acordo do Parque das Baleias, fechado no começo de 2019. A queda no valor do barril também impactou nos resultados fiscais das cidades do Estado.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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