Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Lama no Rio Doce

Governo federal ainda não procurou ES e MG para discutir proposta de Vale, BHP e Samarco

A proposta é de R$ 127 bilhões, sendo que o governo do Espírito Santo e os 33 municípios capixabas ficariam com algo próximo a R$ 18 bilhões

Publicado em 04 de Maio de 2024 às 03:50

Públicado em 

04 mai 2024 às 03:50
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

- Editoria: Cidades - Foto: Vitor Jubini - Jornal Notícia Agora
Rio Doce com coloração alterada, em Colatina, por causa da lama de rejeitos das barragens rompidas  Crédito: Vitor Jubini -  20/11/2015
Os governadores de Espírito Santo e Minas Gerais ainda não foram procurados pelo governo federal para discutir a proposta feita por Vale, BHP Billiton para a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro de 2015, que causou graves danos sociais, ambientais e econômicos em todo o entorno do Rio Doce.
A proposta é de R$ 127 bilhões, sendo que governo do Espírito Santo e 33 municípios capixabas ficariam com algo próximo a R$ 18 bi. O governo capixaba tem alguns pontos de dúvida, como o prazo de pagamento (as empresas querem 20 anos e o Estado quer dez), mas segue inclinado a fechar o acordo. O governo federal, por sua vez, não está convencido, mas os representantes de União e estados ainda não se encontraram para discutir os próximos passos.
"Da nossa parte tem tudo para caminhar. A inclusão dos municípios do Litoral Norte entre as áreas atingidas pela tragédia do ponto de vista jurídico resolveu um grande problema do Estado. Todo o litoral entre Serra e Conceição da Barra passam a ter a garantia de ações compensatórias e reparatórias. Este era um problema que foi solucionado. O tamanho da indenização pode ser debatido, mas acho que não será o problema, e vamos negociar para receber tudo em dez anos, as empresas querem pagar em 20", explicou o governador Renato Casagrande, em entrevista para a coluna no último dia 30. A posição dele segue a mesma.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Fernando Tatagiba
Parte 2: para o aniversário de morte de Fernando Tatagiba
Presídio
Quanto custa manter cada preso do sistema carcerário do ES
Imagem de destaque
Livro conta a história dos bairros de Vila Velha desde o século XVI

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados