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Imóveis

Grand se aproxima de 50% de vendas no Taj e prevê aceleração em 2024

A construtora vem conversando com grandes casas do mercado de capitais - bancos tradicionais e de investimento - para captar R$ 200 milhões no segundo semestre

Publicado em 04 de Março de 2024 às 03:50

Públicado em 

04 mar 2024 às 03:50
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Obras do Taj Home Resort, da Grand Construtora, em Vila Velha
Obras do Taj Home Resort, da Grand Construtora, em Vila Velha Crédito: Abdo Filho
As vendas do Taj Home Resort, no bairro Jockey, de frente para Itaparica, Vila Velha, um dos maiores empreendimentos imobiliários já lançados no Estado, alcançaram, no final de fevereiro, 47% do valor geral de vendas (VGV) projetado - R$ 1,38 bilhão. Embora o percentual esteja abaixo da média do mercado - o Taj foi lançado há pouco mais de dois anos -, os negócios estão dentro da previsão feita pelos executivos da Grand Construtora, responsável pela incorporação. A expectativa da empresa é de que as vendas acelerem justamente a partir de agora.
"Temos dois motivos fundamentais para esperar uma aceleração. O primeiro é conhecido por todo mundo: a queda da taxa de juros no Brasil. O segundo é mais específico. O Taj é um empreendimento grande, impactante, são mais de cinco anos de obra e quase R$ 600 milhões de investimento. Tudo isso causa um certo receio nas pessoas, é até natural. Já sabíamos disso e nos planejamos para isso. No melhor dos nossos cenários as vendas estariam, hoje, em 50%. Quase chegamos lá. No pior, estariam em 30%. A obra já está quase na metade e praticamente todos os acabamentos já foram comprados, isso dá segurança ao comprador. Por isso tudo, a expectativa é de um avanço relevante nas vendas daqui para frente", argumenta Gustavo Rezende, sócio e diretor Comercial da Grand. "É até difícil de fazer comparações com outros empreendimentos. No Taj, com 47%, vendemos 2,5 vezes o que faturamos no Una (lançamento da Grand em Vitória), que está praticamente todo vendido".
A empresa vem conversando com grandes casas do mercado de capitais - bancos tradicionais e de investimento - para captar R$ 200 milhões no segundo semestre. "O trecho final de uma obra é o que custa mais, iremos ao mercado captar recursos. Hoje, a despesa mensal do Taj está em R$ 7 milhões, muito em breve chegará aos R$ 13 milhões. Temos aproximadamente 300 trabalhadores no canteiro, vai chegar em 800. O dinheiro virá via financiamento, não é sociedade", afirma Rezende.
O Taj terá 136,5 mil m² de área construída e 390 apartamentos de até 295 m². A torre mais alta, com 50 andares, terá 158,2 metros de altura. 

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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