A GS Inima está em treze países e chegou ao Brasil há 30 anos. Além do Espírito Santo, a multinacional tem negócios em Santa Catarina, Alagoas, Ceará, Minas Gerais e São Paulo. "Temos um conhecimento bastante grande do Brasil. Sei que muitas vezes isso não é percebido, mas ao contrário do que acontece em vários países, por aqui as coisas caminham. O Marco do Saneamento abriu ótimas oportunidades para empresas como a nossa, estamos atentos a todas elas", afirmou a executiva.
A GS colocou os pés no Espírito Santo no ano passado e, apesar do pouco tempo, já ostenta um portfólio interessante. O bloco da PPP (parceria público-privada) da Cesan arrematado pela companhia, e cuja assinatura de contrato aconteceu nesta quarta-feira (08), reúne 35 cidades, entre elas Vitória, e demandará investimentos de quase R$ 5 bilhões ao longo de 25 anos. No ano passado, a companhia levou um contrato de R$ 2,2 bilhões para a construção de uma Estação de Produção de Água de Reúso na Serra. A multinacional também toca o projeto para a construção de uma usina de dessalinização em Guarapari, que, saindo do papel, deve custar mais de R$ 1 bilhão.
A construção de uma nova estação de reúso, em Vitória, e a concessão de um bloco com 32 cidades capixabas que não fazem parte do sistema Cesan podem ser as próximas oportunidades no mercado de saneamento no Espírito Santo. O governo do Estado está contratando o BNDES para formular um estudo de viabilidade sobre este novo bloco. Estão no pacote cidades como Linhares, Colatina e São Mateus.