A Marcopolo, que está no Espírito Santo desde 2014, atraiu algumas empresas para cá, caso da fabricantes de chassis Agrale, mas boa parte de seus insumos ou são produzidos dentro da própria unidade de São Mateus ou vêm de fora, principalmente de São Paulo e Sul do Brasil. Diante da falta de opções, a multinacional partiu para a verticalização, mas não é a saída para tudo.
"Trabalhamos firme na atração de parceiros. O nosso produto tem um alto índice de utilização de produtos nacionais e isso crescerá, afinal, no ônibus elétrico o chassi também pode ser feito pela Marcopolo. Acreditamos muito nesse movimento e seguiremos nele, creio que mais parceiros nossos virão para o Espírito Santo", disse o CEO da Marcopolo, André Armaganijan.
Questionado se haverá um incentivo específico da Marcopolo para isso, o executivo responde: "Vamos incentivar com aumento de produção. São Mateus é uma de nossas prioridades".