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Comércio exterior

Mudança em Goiás abre portas para a importação de medicamentos pelo ES

No final do ano passado, um decreto retirou alguns fármacos importados da lista de benefícios concedidos pelo Estado do Centro-Oeste. O Espírito Santo tem tudo para ser o novo destino

Publicado em 04 de Julho de 2024 às 03:50

Públicado em 

04 jul 2024 às 03:50
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Navio carregado de conteiners atracado no Porto de Vitória
Navio carregado de conteineres atracado no Porto de Vitória Crédito: Vitor Jubini
Goiás, por causa de uma vigorosa política de incentivos fiscais estabelecida nas últimas duas décadas, transformou-se em uma das principais portas de entradas de medicamentos e insumos de saúde importados do Brasil. A partir daí, um poderoso polo farmoquímico foi construído no entorno da cidade de Anápolis. Um fato novo aconteceu no final do ano passado. No dia 27 de dezembro de 2023, um decreto assinado pelo governador Ronaldo Caiado retirou alguns medicamentos da lista de benefícios concedidos pelo Estado do Centro-Oeste.
É claro que o impacto já foi sentido e também é claro que os empresários já estão em busca de alternativas. Aí é que surge o Espírito Santo. As plataformas de comércio exterior, as famosas tradings, enxergam o Estado como uma boa opção para herdar parte deste fluxo. Os motivos são: próximo dos grandes centros consumidores, benefícios fiscais estabelecidos, estrutura portuária em expansão, estrutura de armazenagem em expansão e cadeia de comércio internacional muito bem articulada.
"Enxergo ótimas possibilidades para o Espírito Santo, entre elas estão os fármacos e medicamentos. Goiás retirou parte dos benefícios e acredito que algumas cargas podem vir para o Espírito Santo. As condições estão dadas", disse Bruno Russo, sócio da Timbro Comércio Exterior, uma das grandes tradings que operam pelo Estado.
Entre janeiro e maio de 2024, o Brasil importou US$ 2,4 bilhões (R$ 13,2 bilhões) em medicamentos, inclusive veterinários.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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