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Data e hora

O cronograma de Casagrande para montar o seu novo governo

Eleito para seu terceiro mandato, o governador deve anunciar todos os nomes do primeiro escalão até o final de dezembro, mas decisões importantes ficarão para janeiro

Publicado em 13 de Dezembro de 2022 às 16:16

Públicado em 

13 dez 2022 às 16:16
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Governador Renato Casagrande e autoridades realizam uma coletiva sobre a prisão do assassino
Governador Renato Casagrande e autoridades  Crédito: Fernando Madeira
Aos poucos o terceiro governo de Renato Casagrande vem tomando forma. Oito auxiliares do primeiro escalão já estão definidos, incluindo o vice-governador eleito, Ricardo Ferraço, à frente da recriada Secretaria de Desenvolvimento. Os anúncios mais recentes foram feitos nesta terça-feira (13): Valésia Perozini (Chefe de Gabinete), Flávia Mignoni (Comunicação) e Davi Diniz (Casa Civil). O objetivo é anunciar todo o secretariado até o final de dezembro. Nomes como o de Enio Bergoli, cotado para a Agricultura, estão sob análise.
O mais provável é que fiquem para janeiro as escolhas dos nomes que comandarão as empresas públicas e autarquias. Não é pouca coisa. Estamos falando de Banestes, Bandes, Cesan, Ceturb e DER/ES (Departamento de Edificações e de Rodovias). Instituições com orçamentos milionários, que tocam programas importantes (as PPPs de saneamento da Cesan são bilionárias) e que possuem vários cargos valiosos. Ou seja, são alvo de muita cobiça e precisam ser tratadas com muito cuidado, afinal, são ativos importantes do ponto de vista das entregas governamentais/técnicas e também no contexto da política.
As análises que serão feitas pelo governador Casagrande até que as decisões sejam tomadas passarão fundamentalmente por esses dois aspectos. 

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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