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Comércio exterior

Portocel fecha 2023 com o maior movimento de cargas da história

O terminal da Suzano e da Cenibra, localizado em Aracruz, tem 45 anos e sempre foi focado em celulose. Nos últimos anos, vem atraindo novas cargas

Publicado em 15 de Janeiro de 2024 às 03:50

Públicado em 

15 jan 2024 às 03:50
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Área do Portocel, em Aracruz
Área do Portocel, em Aracruz Crédito: Rogério Sarmenghi/Divulgação
Portocel, em Aracruz, teve um 2023 histórico. O porto da Suzano e da Cenibra registrou, no ano passado, a movimentação de 6,65 milhões de toneladas de cargas, avanço de 6% em relação a 2022. Muito embora o terminal venha, nos últimos anos, ampliando a variedade de cargas transportadas, a celulose segue dominando - 6,24 milhões de toneladas (93,8%). Só em dezembro foram embarcadas 642,8 mil toneladas, 33% acima do registrado no mesmo mês de 2022. Mais um recorde.
Contribuiu muito para o bom resultado o início da operação da LD Celulose, em julho. Sediada entre os municípios de Indianópolis e Araguari, em Minas Gerais, toda a sua produção de celulose solúvel é escoada, por ferrovia, até Aracruz e, por Portocel, é exportada. O terminal recebeu R$ 38 milhões em investimentos para dar conta do projeto.
Além de celulose, em 2023 o terminal movimentou 412 mil toneladas de produtos siderúrgicos e cargas gerais. No ano passado, foi feito um importante investimento para a ampliação de área disponível para armazenagem interna, com a entrada de novos galpões e a incorporação de uma área de aproximadamente 300 mil m². O objetivo, segundo Alexandre Mori, gerente de Operações de Portocel, é ampliar a estrutura e atrair novas cargas.
A capacidade total de Portocel é para 7,5 milhões de toneladas por ano, ou seja, o ano fechou com o porto girando em 88,6% de sua capacidade máxima.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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