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Energia

Privatização da ES Gás deve ficar mesmo para 2023

A Copa do Mundo no final do ano deixou o calendário bastante apertado praticamente obrigando a jogar a venda da ES Gás para o ano que vem

Publicado em 05 de Novembro de 2022 às 03:59

Públicado em 

05 nov 2022 às 03:59
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Gás natural canalizado
Gás natural canalizado Crédito: Agência Petrobras
A análise do processo de privatização da ES Gás está andando bem e deve terminar ainda em novembro no Tribunal de Contas do Espírito Santo. É o último passo antes do leilão, mas, mesmo que o cronograma seja mantido, é quase certo que o governo do Espírito Santo, dono de 51% das ações da companhia, optará por realizar a operação no primeiro trimestre de 2023.
Em conversa com a coluna, o governador Renato Casagrande explicou que o calendário apertado praticamente obriga a jogar a venda da ES Gás para o ano que vem. "A análise do Tribunal de Contas está em dia, devemos ter a aprovação até o final do mês, mas aí já estaremos no meio da Copa do Mundo. Logo em seguida tem Natal e réveillon. É o tipo de coisa que temos de fazer com calma, aguardar o melhor momento para o mercado, e tudo leva a crer que o melhor momento se dará nos primeiros meses de 2023. O martelo não está batido, mas acho muito difícil fugirmos disso".
O BNDES, que fez a modelagem da privatização, avaliou a ES Gás em, no mínimo, R$ 1,314 bilhão. Os sócios (o governo do Estado tem 51% e a Vibra 49%), claro, esperam um ágio em relação ao valor do BNDES, por isso, o governador fala em "melhor momento". Se sair pelo menor valor, o governo do Estado colocará R$ 670,1 milhões no bolso para livre utilização. Vibra e governo do Estado já definiram que venderão todas as suas ações. 

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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