Uma delas é o Terminal Aquaviário de Barra do Riacho, orçado, lá em 2009, em R$ 600 milhões (R$ 1,38 bilhão a preços de hoje) e inaugurado em 2013. O porto, administrado pela Transpetro (subsidiária da Petrobras especializada em logística para a indústria de óleo e gás), foi construído para receber e distribuir, por navios e carretas, GLP (gás de cozinha) e C5+ (combustível usado na indústria petroquímica) produzidos no Polo de Cacimbas, em Linhares, que é da Petrobras. A estrutura possui dois berços de atracação, calado de 11,2 metros e capacidade operacional de 99.486 m³ por mês.
De acordo com dados públicos divulgados mensalmente pela Agência Nacional do Petróleo, em junho, a ociosidade do terminal ficou em 89.486 m³, quase 90%. No mês passado, o melhor do ano, sobraram 58.486 m³ de capacidade, ou seja, quase 60% de ociosidade. É um espelho do que acontece na Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas, uma gigante, inaugurada em 2006, com capacidade para processar 18,1 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, uma das maiores do Brasil.
Há tempos que ela opera com mais de 80% de ociosidade.
Ao que parece, os estudos terão de ser ampliados.