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Mercado aquecido

Única fábrica de aviões do ES conclui expansão e mira dobrar de tamanho

Inaugurada em 2022, em Jaguaré, Norte do Espírito Santo, a Sling, fabricante sul-africana de aviões, mira um mercado que está em forte expansão no Brasil

Publicado em 07 de Agosto de 2025 às 03:00

Públicado em 

07 ago 2025 às 03:00
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Avião da fabricante sul-africana Sling, que tem unidade em Jaguaré, Norte do ES
Avião da fabricante sul-africana Sling, que tem unidade em Jaguaré, Norte do ES Crédito: Abdo Filho
Inaugurada em 2022, em Jaguaré, Norte do Espírito Santo, a Sling, fabricante sul-africana de aviões, está concluindo a expansão de sua unidade, que é única no Espírito Santo. Hoje, a capacidade é para 12 aeronaves por ano, com a ampliação, vai para 18. Em mais cinco anos a ideia é chegar a 25 por ano. O cenário atual é bastante favorável, afinal, a demanda subiu muito nesta década.
"Estamos em um país continental, muitos negócios dependem de aeronaves para que aconteçam. Vendemos muito, por exemplo, para companhias do agronegócio do Sul do Brasil e São Paulo. Agora, com essa expansão, vamos passar a comercializar em toda a América Latina. É um investimento importante, mas o empresário entendeu que dá retorno, já que o ganho de eficiência é enorme. Por isso o mercado como um todo está em expansão", explicou José Braz Nali, diretor da Sling no Espírito Santo.
O executivo disse que 2025 deve ser o melhor ano da unidade. "Nossa produção média, de 2022 para cá, é de sete aviões por ano. Hoje, já estamos com oito aeronaves negociadas e devemos chegar a 12". A linha capixaba produz aviões de dois e quatro lugares, que custam entre R$ 275 mil e R$ 435 mil. A fábrica fica em um terreno de 115 mil m², tem 5 mil m² de área construída e uma pista de pouso com 1 mil metros.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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