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Carros importados

Veto de Lula é confirmado e empresários alertam para "impacto severo" no ES

Presidente vetou, dentro do Programa Mover, a modalidade de importação de carros e peças responsável por mais de 80% do movimento automotivo nos portos do Espírito Santo

Publicado em 28 de Junho de 2024 às 07:36

Públicado em 

28 jun 2024 às 07:36
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Veículos
Chegada de veículos importados no porto, em Vila Velha Crédito: Carlos Alberto Silva
Como antecipado nesta quinta-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dentro da lei que coloca de pé o Programa Mover, vetou a modalidade de importação de carros e peças que é responsável por mais de 80% do movimento automotivo nos portos do Espírito Santo. Um negócio bilionário e que gera milhares de empregos. A decisão presidencial está no Diário Oficial da União desta sexta-feira (28).  

Atualização

29/06/2024 - 10:47
O governo federal publicou uma medida provisória, na tarde desta sexta-feira (28), e restabeleceu os modelos de importação que vigoravam antes.
Em nota divulgada na manhã desta sexta, o Sindiex (Sindicato do Comércio de Importação e Exportação do Estado) afirmou que a medida pode ter um impacto severo na economia do Espírito Santo. "Ao longo dos últimos anos, foram realizados investimentos estratégicos significativos para fortalecer a infraestrutura portuária e logística do Espírito Santo, como a implantação de novos terminais e de expansão de retroáreas – voltadas especificamente para facilitar o recebimento e o processo de nacionalização e distribuição dos veículos importados por tradings pelo Estado. O veto do presidente representa uma ameaça direta a esses investimentos, aos empregos gerados pela cadeia do comércio internacional e à capacidade do Espírito Santo de se tornar competitivo no mercado brasileiro".
No Diário Oficial, o governo dá as suas explicações para o veto. "A proposição legislativa contraria o interesse público ao admitir importação em situação tributária mais favorável ao produto importado relativamente ao produto produzido no Brasil, já que utiliza uma base de cálculo de PIS/Cofins menor que a praticada para produtos produzidos no Brasil".
Empresários, governo do Estado, bancada federal e entidades já iniciaram a movimentação para derrubar o veto presidencial no Congresso.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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