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Filipe Souza

CBF assiste filme repetido e sem final feliz com Carlo Ancelotti

Assim como aconteceu em 2023, entidade deu o treinador italiano como certo no comando da Seleção, mas passou vergonha mais uma vez. Jorge Jesus é o novo alvo, e Abel Ferreira também se torna opção

Publicado em 30 de Abril de 2025 às 02:00

Públicado em 

30 abr 2025 às 02:00
Filipe Souza

Colunista

Filipe Souza

fsouza@redegazeta.com.br

Carlo Ancelotti, que já era dado como certo como o novo técnico da Seleção Brasileira, encerrou as negociações com a CBF
Carlo Ancelotti, que já era dado como certo como o novo técnico da Seleção Brasileira, encerrou as negociações com a CBF Crédito: Borja Suarez/Reuters/Folhapress
Enquanto publica nota oficial e se explica sobre um provável novo uniforme da Seleção Brasileira com predominância da cor vermelha e detalhes em preto, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apenas tenta esconder sob uma cortina de fumaça a sua incompetência em definir um treinador para assumir o comando da Seleção faltando pouco mais de um ano para a Copa do Mundo, que será realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México. 
Assim como ocorreu em 2023, Carlo Ancelotti frustrou mais uma vez a possibilidade de assumir o comando técnico da Seleção. O treinador italiano foi dado como nome certo para estar à frente do time canarinho, mas o filme se repetiu, e mais uma vez sem final feliz. O Real Madrid já optou pelo fim do ciclo do treinador, mas para liberá-lo pediu para Carleto abrir mão de receber a multa rescisória que tem direito, já que o time merengue encerraria precocemente um vínculo definido até 2026. Ele não aceitou e decidiu encerrar as negociações com a CBF. 
A Seleção, pentacampeã mundial e dona da camisa mais pesada desse esporte, perdeu tempo, se humilhou em busca de um treinador e encontrou a porta fechada. Uma vergonha para a tradição do Brasil. Desde o fim da Copa do Mundo do Catar, não se sabe qual é o planejamento, qual o futuro e qual o objetivo da Seleção. Está tudo uma grande bagunça. 
O ciclo para a Copa do Mundo de 2026 foi iniciado com Ramon Menezes, passou por Fernando Diniz, alternado seu trabalho entre a Seleção e o Fluminense. Depois disso, Dorival Júnior assumiu o comando, foi mal e acabou demitido. Ancelotti, sonho de consumo em duas ocasiões, disse não. O futuro é uma incógnita. Hoje, Jorge Jesus é o favorito para o cargo, enquanto Abel Ferreira é uma opção que também agrada ao presidente Ednaldo Rodrigues e seu staff. 
Enquanto isso, dentro de campo um futebol medíocre. Brasil atropelado pela Argentina na última rodada das Eliminatórias, um incômodo quarto lugar na tabela e sem perspectiva de evolução.

Filipe Souza

Jornalista da Rede Gazeta desde novembro de 2010, já atuou na CBN Vitória e como editor no site e de Esportes, na edição impressa. Desde 2019, mantém o cargo de editor de Esportes, agora do site A Gazeta, onde é também colunista. Antes trabalhou na Rádio Espírito Santo. É formado em Jornalismo pela Estácio de Sá.

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