Presente inesquecível.
Os meus primeiros cadernos de alfabetização
e também a foto da formatura do jardim de infância, em Ipatinga (MG), na companhia de tia Célia Maria das
Graças.
A imagem da Nossa Senhora da Penha, que é a minha eterna protetora. Carrego o nome Márcia Aparecida como forma de homenagem e promessa
que minha mãe fez quando nasci.
O porta-retrato com os meus filhos. Eles são os meus amores verdadeiros e por eles eu me reinvento todos os dias. Fico realizada em vê-los
trilhando seus caminhos.
A série “Retratos Provisórios” que são pinturas de autorretratos feitas de tinta óleo sobre tela. Tem um grande significado na minha
trajetória como artista plástica. As pinturas são um registro nas alterações da minha fisionomia com o
decorrer da vida. É uma série contínua em que todo ano eu adiciono uma obra.
Pela obra de arte “Prepona Claudina”, feita pela minha filha.
É a primeira obra de folha bordada da Lorena e ela retrata a espécie Prepona Claudina. Ela é
uma amante das borboletas e essa obra representa, para mim, o processo de metamorfose e o
momento de quarentena em que ficamos juntas.
Esses pratos eu comprei num antiquário na Itália e fazem parte da decoração da minha casa. Só tinha essas três unidades e são pinturas de Van Gogh e Cézanne. Eu adoro.
Essa bicicleta é um presente que ganhei do meu irmão para fazermos o “Caminho de Aparecida”, que é de Alfenas até Aparecida. Desde então, estou sempre pedalando com ela.