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Economia

Agora é tempo de planejar o futuro. Será que vamos conseguir vencer?

Publicado em

27 dez 2020 às 05:00
Projeção de crescimento para o PIB do ES varia de 1,3% a 5,2% em 2020
Chegamos ao final de 2020 com sinais animadores de recuperação da economia Crédito: Pixabay
Chegamos ao final de 2020 com sinais animadores de recuperação da economia, depois de meses de aflições e incertezas. Este, que seria o ano da retomada, acabou virando o ano da pandemia, com toda a reviravolta que ela provocou em nossas vidas e nossos negócios.
Tudo indica, porém, que atravessamos a pior fase da tormenta. O Indicador de Atividade Econômica (IAE), divulgado pelo Findes/Ideies no início do mês, mostra uma recuperação em V: a economia estadual cresceu 9,5% no terceiro trimestre, em relação ao trimestre anterior.
Ao fazer um balanço de fim de ano dias atrás, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) estimou que o país poderá crescer até 4% no ano que vem.
Agora é o momento de planejar o futuro e resgatar a conhecida agenda de reformas estruturantes para libertar o país para crescer: 2021, sim, poderá ser o ano da retomada. Mas precisamos arregaçar as mangas e trabalhar para isso.
Nos anos 80, conhecidos como a década perdida, a banda Legião Urbana ganhou notoriedade com a canção “Será”. Entre os versos, ela diz: “Nos perderemos entre monstros da nossa própria criação (...) Será que nada vai acontecer? Será que é tudo isso em vão? Será que vamos conseguir vencer?”
Os anos 80 foram muito produtivos para o rock brasileiro, mas, para a economia, infelizmente, eles marcaram o início de um ciclo de baixo crescimento econômico, com monstros que nos assombram até hoje: expansão descontrolada de gastos públicos, desigualdade social, desemprego, economia crescendo muito aquém do nosso potencial.
Nos últimos 40 anos, tivemos nada menos que duas décadas perdidas: nos anos 80, o PIB brasileiro cresceu a uma média de apenas 1,5% ao ano. A outra década perdida é esta que estamos vivendo, de 2011 a 2020. Segundo projeções do FMI, poderemos fechar essa década com crescimento médio de apenas 1% ao ano, bem abaixo da média global, de 3,7%.
Nada mais urgente, portanto, do que retomar as reformas estruturantes. Em sua recente passagem pelo Espírito Santo, em evento promovido pela Rede Gazeta, o vice-presidente Hamilton Mourão disse que as reformas terão andamento logo após as eleições para as Mesas da Câmara e do Senado, em fevereiro. Assim esperamos.
reforma administrativa que defendemos na CNI deve ter como foco o aumento da competitividade do setor público e o enfrentamento do crescimento constante das despesas com pessoal. Ao reduzir custos e elevar a eficiência do Estado, a reforma contribuirá para o reequilíbrio fiscal e aumentará a capacidade de investir do Estado brasileiro.
Já a reforma tributária é inadiável. Em recente avaliação da economia brasileira, a OCDE ressaltou que uma empresa brasileira gasta em média 1,5 mil horas por ano para lidar com a carga de impostos. Na América Latina a média é 317 horas e na própria OCDE, somente 159 horas. Reside aí boa parte do Custo Brasil, que devemos atacar.
A passagem de ano renova as esperanças de que possamos promover as reformas e libertar o país dessas amarras, para que ele possa crescer. Parafraseando outra canção de Renato Russo, não temos mais todo o tempo do mundo. Não temos tempo a perder. Que nossos esforços não sejam em vão. Um feliz 2021 para todos nós!
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