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Leonel Ximenes

Charges de Amarildo sobre Trump fazem sucesso até nos EUA

Desenhos do chargista publicados em A Gazeta foram traduzidos e compartilhados em redes sociais

Publicado em 06 de Novembro de 2020 às 15:54

Públicado em 

06 nov 2020 às 15:54
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

As três charges de Amarildo sobre a eleição nos EUA
As três charges de Amarildo sobre a eleição nos EUA Crédito: Reprodução de charges de Amarildo
A apuração dos votos na eleição americana é tão complicada que só mesmo rindo um pouco para aliviar a tensão. É o que faz com muita competência e brilho o chargista Amarildo, de A Gazeta, que com seu talento está divertindo americanos e brasileiros que moram nos EUA.
Morador da  Flórida, o americano-brasileiro Jason Javens, um bancário e comentarista amador de vinho de 45 anos de idade, resolveu traduzir as três últimas charges de Amarildo, todas com foco no chorão presidente Trump, e as publicou em suas redes sociais. O sucesso, claro foi imediato.
“Os americanos estão adorando, mas os brasileiros, principalmente os adeptos do presidente Jair Bolsonaro, não estão curtindo muito”, diverte-se Javens. Publicado na quarta-feira (4), o primeiro desenho mostra o presidente, numa entrevista coletiva, dizendo que se ele ganhar, a eleição foi honesta, mas se perder, foi roubada. Bem representativa dos valores morais do trumpismo que está sendo derrotado pelo democrata Biden.
Na segunda charge, que saiu na quinta (5) no site de A Gazeta, Amarildo reproduz um ringue de boxe em que Trump, nocauteado e no chão, insiste em dizer que venceu, sendo observado por Biden e pelo juiz da luta.
Essa charge teve sequência nesta sexta-feira (6), no mesmo ringue, com o republicano, nas mesmas condições de derrota, pedindo ao juiz para parar imediatamente a tradicional contagem para o fim do confronto. O oponente democrata, que aguarda o desfecho do dramalhão republicano, só observa.
Amarildo se diz muito feliz com o compartilhamento dos seus desenhos nas redes sociais dos americanos. “Me sinto lisonjeado, isso mostra a força das redes sociais e que, em certo sentido, não sou mais dono do meu trabalho. A charge tem vida própria e muitas vezes viram até memes”, comemora.
Com 33 anos de trabalho no jornal, Amarildo afirma que, no jornal impresso, sentia a falta do calor, da resposta imediata do leitor ao seu trabalho, mas isso tudo mudou com o jornalismo digital. “Agora é tudo mais real, as vaias e os aplausos são imediatos. É como se eu tivesse num palco fazendo meu trabalho à vista de todos”, compara.
O desenhista conta que tem gente que estranha ele fazer uma charge internacional nas páginas de um jornal local, mas Amarildo explica que desde o governo de Bush pai faz desenhos com temática externa, principalmente sobre a eleição nos EUA.
Falando sobre a eleição naquele país, Amarildo diz que se espanta (e o mundo também) com o processo eleitoral bizarro e a apuração tão arcaica nos EUA. “O país que tem Apple e Microsoft é o mesmo que tem um processo eleitoral medieval”, critica. Mas em seguida reconhece: “A eleição americana é tão importante que todos os países deveriam votar”.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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