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Leonel Ximenes

Do Espírito Santo para o CNJ, a ascensão de uma jovem juíza capixaba

Trícia Navarro Xavier Cabral, titular da 1ª Vara Cível de Vitória, assume o cargo de juíza auxiliar do ministro Luiz Fux no dia 11 de setembro, em Brasília

Publicado em 06 de Agosto de 2020 às 18:40

Públicado em 

06 ago 2020 às 18:40
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Juíza Trícia Navarro, que será juíza auxiliar do CNJ
Trícia Navarro: "Estou muito feliz em poder representar o Poder Judiciário do ES" Crédito: Arquivo pessoal
juíza Trícia Navarro Xavier Cabral, titular da 1ª Vara Cível de Vitória, será juíza auxiliar do ministro Luiz Fux, que assumirá a presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a partir de 10 de setembro, logo após assumir também a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF)
É a primeira vez que uma juíza capixaba assume essa função em Brasília. “Estou muito honrada como juíza porque é um cargo de grande honraria. Estou muito feliz em poder representar o Poder Judiciário do Espírito Santo porque a gente tem pouco espaço de representação em Brasília, de um modo geral”, afirma a magistrada.
Trícia Navarro tem 44 anos, é professora do curso de Direito da Ufes, na graduação e na pós, e autora de três livros e com participação em outros quatro, como organizadora de coletâneas. Também tem vários artigos publicados.
Para exercer a função de juíza auxiliar do CNJ, com mandato de dois anos, ela terá que morar em Brasília (DF) e se afastar totalmente das atividades de magistrada no ES. A cessão dela para o órgão foi aprovada hoje (5) pelo pleno do Tribunal de Justiça do Estado (TJES), em resposta à requisição enviada pelo atual presidente do STF, ministro Dias Toffoli.
Trícia Navarro vai tomar posse no dia 11 de setembro, mas desde a semana passada ela está no comitê de transição do CNJ. “Junto com outros juízes auxiliares, já estou ajudando a estruturar a próxima gestão”, explica.
A magistrada tem uma carreira acadêmica robusta. Entre outros títulos, ela é pós-doutora em Direito Processual pela USP, doutora em Direito Processual pela Uerj e mestre em Direito Processual pela Ufes. Também é membro do Comitê Gestor da Conciliação do CNJ e do Instituto Brasileiro de Direito Processual (IBDP).

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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