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Leonel Ximenes

Mesmo sem dancinha, médico capixaba tem milhares de seguidores no TikTok

Alguns vídeos sobre a rotina do neurocirurgião já atingiram 6,5 milhões de visualizações

Publicado em 20 de Junho de 2022 às 12:17

Públicado em 

20 jun 2022 às 12:17
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Guilherme Badke tem recebido mensagens até do Oriente Médio, da América do Sul e da Europa
Guilherme Badke tem recebido mensagens até do Oriente Médio, da América do Sul e da Europa Crédito: Divulgação
Não, não tem dancinha. Mas, mesmo sem o tradicional apelo, o capixaba Guilherme Lellis Badke está atraindo milhares de pessoas ao seu perfil no TikTok mostrando vídeos do seu trabalho diário de médico neurocirurgião. Alguns vídeos, por sinal, já foram visualizados 6,5 milhões de vezes.
“Tinha uma certa restrição ao TikTok, mais por desconhecimento. Mas fui estimulado a levar para essa nova mídia os conteúdos que já postava no Instagram. Em apenas dois vídeos, atingimos quase 10 milhões de pessoas, levando informação que era desconhecida por muitos, e o principal, esperança também”, explica o médico, de 34 anos.
Formado pela Emescam, com especialização em Neurocirurgia pela Santa Casa de São Paulo e Neurocirurgia Funcional/Dor pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, e com atuação nas áreas de coluna, dor e distúrbios do movimento (marca-passo cerebral), Guilherme Badke atua na Grande Vitória, mas, graças às redes sociais, seu trabalho tem reverberado onde jamais imaginou.
“ Hoje, recebemos mensagens do Oriente Médio, da América do Sul e da Europa. De agradecimento e de respeito pelo nosso trabalho”, destaca Guilherme, que tem quase 31 mil seguidores no aplicativo chinês de vídeos curtos.
O neurocirurgião é especialista em coluna, dor e distúrbios do movimento
O neurocirurgião é especialista em coluna, dor e distúrbios do movimento Crédito: Divulgação
"Hoje, vejo pessoas de várias idades entendendo que é possível ajudar melhor as pessoas com Parkinson, assim como também é possível tratar os problemas de coluna sem os antigos tabus"
Guilherme Lellis Badke - Neurocirurgião
Apesar de não recorrer às tradicionais dancinhas que são a marca registrada do TikTok, o neurocirurgião diz que não tem restrição a quem utiliza essa estratégia, mas faz uma ressalva: “Não me oponho aos profissionais que usam dancinhas ou conteúdos mais lúdicos, desde que estejam levando conhecimento em prol da saúde das pessoas. São apenas formas diferentes de se comunicar, acho válido”.
Para ele, as redes sociais têm um papel fundamental que é disseminar a informação sem barreiras. “O meu intuito sempre foi levar ao público geral conhecimento sobre tratamento de problemas na coluna, dores crônicas e marca-passo para Doença de Parkinson. Eram conteúdos muito específicos, os quais só tomavam conhecimento alguns profissionais de saúde e pessoas do nosso convívio.”

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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