A unidade é uma das várias do complexo da
Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) que tem uma superlotação muito alta. A PEVV 1 tem capacidade para 620 presos, mas abriga 1.315, segundo informações de janeiro da pasta. Trata-se de uma superlotação de 112%.
A situação não é diferente nos demais presídios do complexo do Xuri. A PEVV 2 tem 105% de superlotação (pode ter 684, mas tem 1.403); a PEVV 3, 110% de superlotação (capacidade de 604, mas com 1.268); a Penitenciária Semiaberta de
Vila Velha tem 139% a mais (poderia estar com 604, mas abriga 1.446); e a PEVV 5 tem 105% de superlotação (poderia ter 580, mas sedia 1.190).
Fontes de bastidores da Sejus contam que as unidades são formadas por policiais penais efetivos e de designação temporária. Os de designação temporária não podem fazer uso de armas, o que restringe a atuação deles. Há situações, segundo se comenta, em que plantões ficam com poucos policiais penais armados para vigiar as penitenciárias.