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Leonel Ximeens

Repórter da TV Globo conta histórias vividas em bairro de Vila Velha

Guido Nunes, que já cobriu três Copas do Mundo e duas Olimpíadas, gravou um depoimento em vídeo ao perfil “Sou Itapuã”

Publicado em 26 de Julho de 2020 às 14:00

Públicado em 

26 jul 2020 às 14:00
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Guido Nunes mora atualmente no Rio de Janeiro e deu depoimento ao perfil “Sou Itapuã”
Guido Nunes mora atualmente no Rio de Janeiro Crédito: Divulgação
Participação em banda de pagode, memórias de pássaros coloridos e lembrança do pai. Essas são algumas das histórias vividas e rememoradas pelo repórter de Esportes da TV Globo Guido Nunes, que morou em Itapuã, em Vila Velha, por quatro anos e que se tornou jornalista no Espírito Santo.
Guido Nunes, de 35 anos, que tem na bagagem a experiência de cobrir três Copas do Mundo (2014 e 2018, masculinas, e 2019, feminina), além de duas Olimpíadas (2012 e 2016), contou, em depoimento de vídeo ao perfil “Sou Itapuã”, no Instagram, publicado neste sábado (25), que viveu no bairro de Vila Velha dos 14 aos 18 anos, na Avenida Resplendor, hoje Rua Waldemar Verçosa Pitanga. Foi na tradicional área canela-verde que começou a ter paixão pelo pagode.
“Participei de um grupo chamado Corda Bamba. Foi uma experiência incrível. Quem conhece sabe o quanto eu gosto de pagode e foi ali que eu comecei. Tocava pandeiro na banda. A gente sempre ensaiava e lembro de, em tardes de domingo, a gente perder duas, três, quatro horas ensaiando e tocando. São memórias muito boas de Itapuã”, ressalta Guido, que até já fez uma tabelinha de partido alto com o colega Alex Escobar, no programa “Globo Esporte”.
O jornalista adiciona no rol das memórias sobre o bairro os pombos coloridos de Jardel dos Idosos e um “jingle chiclete” de uma candidata a vereadora, Dozinha Justo. A região ainda fica na memória afetiva por causa do pai dele, que também se chamava Guido e que já morreu. Os “Guidos”, de acordo com o repórter, pegavam onda juntos na Pompeia e, por causa disso, “Itapuã significa lembrança viva da conexão com meu pai”, segundo relato dele.
O repórter, que esteve na cobertura da fase final do Campeonato Carioca, não se esquiva sobre o tema da Covid-19. Para ele, que mora no Rio de Janeiro, muitos não têm levado a sério a pandemia, que já deixou mais de 80 mil mortos no país. “O principal é a gente cuidar da gente, cuidar dos nossos, cuidar dos nossos avós”, recomenda.
Sobre os maiores feitos na carreira, o jornalista define que foram as coberturas da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. Ambos foram no Brasil. “Foi uma honra. Ainda tive a sorte, em 2014, de cobrir a seleção da Alemanha, que acabou sendo campeã. Em 2016 também foi muito especial, porque fiz o [Usain] Bolt cantar Bob Marley”, pontua ele, muito lembrado ainda pela cobertura da queda do avião da Chapecoense, em 2016.

FORMAÇÃO NO ESPÍRITO SANTO

Nascido no Rio de Janeiro, Guido Nunes, porém, é cria do Estado. Ele se formou em Comunicação Social–Jornalismo pela Ufes em 2007. Esteve na Rede Gazeta entre dezembro de 2007, quando ingressou no Curso de Residência da empresa, e agosto de 2011, sendo repórter multimídia, realizando coberturas para a CBN Vitória e TV Gazeta.
Em agosto de 2011, ingressou na Rede Globo após ser um dos selecionados do projeto “Passaporte Sportv”, onde foi correspondente na Rússia, junto com o repórter capixaba Raphael de Angeli, com passagem também pelo Curso de Residência da Rede Gazeta e pela redação multimídia.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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