Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Leonel Ximenes

Se caju deu samba no Rio, qual a fruta que poderia desfilar no ES?

Produção rendeu R$ 1,17 bilhão à economia capixaba em 2022

Publicado em 18 de Fevereiro de 2024 às 03:11

Públicado em 

18 fev 2024 às 03:11
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Produção de mamão no Espírito Santo
Produção de mamão no Espírito Santo Crédito: Fábio Vicentini
Se o caju deu samba para a Mocidade no carnaval do Rio de Janeiro, bem que o mamão poderia render também uma bela homenagem das escolas de samba no Espírito Santo. É que a fruta, segundo levantamento realizado pelo perfil Brasil em Mapas, lidera em valor de produção no Estado: R$ 1,17 bilhão (dados de 2022, os mais recentes).
Os números comparativos mostram a importância da cultura do mamão para a economia capixaba e brasileira. O valor de produção desse alimento, em todo o país, foi de R$ 2,4 bilhões. E o Espírito Santo é responsável, sozinho, por quase metade (48,75%) da geração dessa riqueza para a economia nacional. O fruto do mamoeiro teve o sétimo maior número de produção, em reais, em todo o país.
Às escolas de samba, especialmente do Espírito Santo, que se interessarem pela história da fruta, vale um destaque sobre a descrição feita pela Embrapa. “Descoberto pelos espanhóis no sul do México e em regiões da América Central, o mamoeiro chegou ao Brasil por volta de 1587. O estado de São Paulo foi um dos maiores produtores nacionais de mamão até meados da década de 1970. Com a ocorrência endêmica da virose mancha-anelar, conhecida como mosaico, a maioria dos plantios de mamoeiro foi eliminada em São Paulo, ocasião em que a cultura migrou para o nordeste do Pará, extremo sul da Bahia e norte do Espírito Santo”.
Mocidade Independente de Padre Miguel, na segunda noite dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro, na Marquês de Sapucaí
Mocidade Independente de Padre Miguel, escola que homenageou o caju na Marquês de Sapucaí (RJ) Crédito: Reuters/ Pilar Olivares
E as propriedades do mamão são diversas. “Na indústria de alimentos, é transformado em doces, fruta desidratada e cristalizada, geleias, sucos, néctares e polpa. O mamoeiro contém látex, onde se concentra a papaína, enzima proteolítica usada na indústria farmacêutica por suas propriedades cicatrizante, anti-inflamatória, bactericida e bacteriostática e de melhoria da digestão. A papaína é também amplamente utilizada nas indústrias têxtil, de bebidas, couro e cosméticos”.
Se o caju dá samba, certamente o mamão tem evolução garantida na avenida. Não faltam histórias e fontes de recursos por essas bandas - sem querer fazer trocadilho (nem pela metade) algum com a nossa querida fruta.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Rodox, com Rodolfo Abrantes, e Dead Fish promovem encontro com muito rock no ES
Rodox, com Rodolfo Abrantes, e Dead Fish promovem encontro com muito rock no ES
Imagem de destaque
Tarot do dia: previsão para os 12 signos em 21/04/2026
Imagem de destaque
Cessar-fogo entre EUA e Irã se aproxima do fim em meio a incerteza sobre negociações

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados