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Curtas políticas: Candidato vai à Justiça para obrigar partido a exibi-lo na TV

E mais: candidata faz campanha com helicóptero ainda não declarado; candidato quer dinheiro onde precisa; um presente de grego

Publicado em 22 de Setembro de 2022 às 16:22

Públicado em 

22 set 2022 às 16:22
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Data: 27/12/2019 - ES - Vitória - Fachada da sede do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Espírito Santo
ribunal Regional Eleitoral, em Vitória Crédito: Carlos Alberto Silva
Candidato à reeleição, o deputado federal Felipe Rigoni, que preside o União Brasil no Espírito Santo, tem mais tempo no horário eleitoral na TV que alguns candidatos ao Senado e até ao governo. Ele aparece por quase dois minutos na tela.
Outros candidatos do partido a deputado federal ou a estadual também são exibidos, por um período mais módico.
Um deles, entretanto, ficou de fora e foi ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) reclamar.
Nilton Baiano, que disputa uma vaga na Assembleia Legislativa, teve a candidatura impugnada pelo Ministério Público e barrada pelo próprio TRE. Uma condenação por improbidade administrativa, resultado de despesas não autorizadas por lei e realizadas sem licitação quando ele era secretário estadual de Saúde, impôs a inelegibilidade.
O candidato do União Brasil recorreu da decisão e segue na corrida eleitoral até que o caso seja julgado em definitivo.
"(O) Impetrado (o partido e seu representante legal) não o inseriu na lista da PROPAGANDA ELEITORAL GRATUITA, violando, por conseguinte, o seu direito líquido e certo, tendo postulado a concessão da ordem mandamental para que a autoridade coatora insira o referido Impetrante na lista de propaganda politica gratuita", diz o pedido da defesa de Nilton Baiano.
Ele ainda quer uma compensação pelos dias em que deixou de aparecer no horário eleitoral. O TRE ainda não decidiu.
ORIENTAÇÃO NACIONAL
"Trata-se de uma candidatura que foi impugnada pela Justiça Eleitoral. O União Brasil ES foi orientado pela Executiva Nacional do Partido a não conceder tempo de TV e recursos financeiros para candidatura nessa situação", informou o departamento jurídico do União Brasil à coluna.
"O União-ES segue a orientação nacional e, se a questão do registro for resolvida com o deferimento da candidatura, os recursos e o horário eleitoral serão disponibilizados regularmente."
NORMACOP
A deputada federal Norma Ayub (PP), que tenta mais um mandato na Câmara, usa até um helicóptero para se deslocar durante a campanha.
Foi assim que ela chegou, nesta quarta-feira (21), a Rio Bananal.
Na prestação de contas disponível no DivulgaCandContas, site oficial do TSE, não consta nenhum gasto que possa estar relacionado a aluguel de helicóptero.
A coluna questionou a assessoria da parlamentar, que informou que, na prestação de contas final da campanha, a despesa vai aparecer.
Norma recebeu R$ 2,1 milhões da direção nacional do PP.
DINHEIRO ONDE PRECISA
Candidato ao governo do Espírito Santo, o ex-deputado federal Carlos Manato (PL) postou um vídeo para falar sobre o fato de ter recebido apenas R$ 100 mil do partido para fazer campanha.
Ele foi questionado sobre isso em entrevista para a Rádio CBN Vitória e A Gazeta, mas decidiu fazer um pronunciamento para os seguidores no Instagram.
"Eu acho engraçado me questionarem isso após um período de pandemia e com mais de um milhão de capixabas na linha da pobreza, vendendo o almoço para comprar a janta", afirmou Manato.
"Enquanto isso, nessa briga de Davi contra Golias, o atual governador já declarou despesas de mais de R$ 5 milhões em propaganda", criticou.
O candidato do PL diz querer um novo Espírito Santo, "que invista dinheiro onde realmente precisa".
Também filiado ao PL, o ex-senador Magno Malta recebeu R$ 2 milhões do partido para fazer campanha.
A esposa de Manato, Soraya Manato, candidata à reeleição a deputada federal pelo PTB, conta com R$ 1 milhão enviado pela legenda.
PRESENTE DE GREGO
A Raposa Política até teorizou sobre a origem do nome Audifax. Mas o próprio ex-prefeito da Serra revelou a verdade, nesta quinta-feira (22).
De acordo com ele, a família gosta de nomes de origem grega. Audifax é também o nome do pai dele. A irmã é Tessalônica.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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