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Eleições 2022

Magno Malta e Rose de Freitas ainda não podem cantar vitória

Na pesquisa Ipec espontânea, quando os nomes dos candidatos não são informados aos entrevistados, 75% disseram que não sabem em quem votar

Publicado em 03 de Setembro de 2022 às 02:10

Públicado em 

03 set 2022 às 02:10
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Magno Malta e Rose de Freitas
Magno Malta e Rose de Freitas Crédito: Arte/A Gazeta
O empate cravado, em primeiro lugar, entre o ex-senador Magno Malta (PL) e a senadora Rose de Freitas (MDB) – cada um tem, exatamente, 27% das intenções de voto estimuladas – mostra que a velha guarda têm a preferência dos eleitores capixabas na disputa pelo Senado. Ao menos por enquanto.
Magno foi senador por 16 anos. Rose está no primeiro mandato na Casa, mas antes exerceu cinco na Câmara dos Deputados.
Faltando um mês para o dia da eleição, entretanto, é cedo demais para qualquer um deles cantar vitória. Lembrando que, este ano, apenas uma vaga está em disputa.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são informados aos entrevistados, 75% disseram que não sabem em quem votar.
O voto para o Senado é, tradicionalmente, decidido aos 45 do segundo tempo.
Magno e Rose, por serem os mais conhecidos, naturalmente lideram agora, faltando um mês para o dia do pleito.
Daí para baixo estão todos tecnicamente empatados:
O presidente da Assembleia Legislativa, Erick Musso (Republicanos), aparece com 5% das intenções estimuladas; Carone (Agir), com 4%; Nelson Junior (Avante), com 3% e Coronel Lugato (DC), também com 3%; Antonio Bungestab (PRTB) e Gilberto Campos (PSol) têm 1% cada um. Filipe Skiter (PSTU) não pontuou.
Apesar dos módicos percentuais dos adversários, a campanha de Rose já ligou o alerta. Prova disso é que, no horário eleitoral, a emedebista mandou recado para Erick.
Na TV, o programa do deputado estadual pergunta o que faz um senador. Erick responde, mas Rose também, no horário que cabe a ela.
Esta é a primeira pesquisa realizada pelo Ipec a pedido da TV Gazeta desde o início da campanha na TV e no rádio.
Magno tem pouco tempo na telinha. Fala algumas frases e direciona as pessoas para as redes sociais.
Tempo significativo só Rose e Erick têm.
O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, aliado de Magno, já mostrou preocupação com outro pastor, Nelson Junior, que tem potencial para tirar votos do ex-senador.
EVANGÉLICOS
Magno supera Rose entre os evangélicos. Se dependesse apenas desse segmento, o ex-senador teria 34% das intenções de voto. Rose manteria os 27%.
O ex-senador é cantor gospel e presença frequente em templos.
Erick, que também explora esse público, oscilaria para 4%, mesmo percentual de Nelson Junior.
INTERIOR E GRANDE VITÓRIA
O percentual 27% persegue Magno quando o cruzamento dos dados da pesquisa se volta para a geografia. Ele tem 27% das intenções de voto na Grande Vitória e a mesma coisa no interior.
Rose, que aposta no discurso municipalista e exibe apoios de prefeitos, principalmente, de pequenos municípios – embora também tenha o endosso de Sérgio Vidigal (PDT), na Serra – se sai melhor no interior.
Lá, ela chega a 31% das intenções estimuladas de voto, ao passo que na Grande Vitória tem 23%.

Pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral

A pesquisa eleitoral Rede Gazeta/Ipec foi realizada entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, com 800 entrevistas em 26 municípios. O nível de confiança utilizado é de 95% e a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram realizadas entrevistas pessoais por amostragem com utilização de questionário elaborado conforme os objetivos da pesquisa. 

As pessoas foram selecionadas para as entrevistas de acordo com as proporções na população de grupos de idade, sexo, instrução e atividade econômica. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES), sob o protocolo ES-02445/2022, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o protocolo BR-04768/2022.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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