Pastore não vai ser um dos suplentes da emedebista desta vez. Mas já está alocado em outro lugar. Ele foi escolhido como primeiro suplente de Flávia Arruda (PL), que tenta uma cadeira no Senado pelo Distrito Federal.
O empresário é de São Paulo, mas tem ligações com o território capixaba. Foi suplente de Gerson Camata (MDB).
Ele já substituiu Rose em outra ocasião, de novembro de 2019 a março de 2020, quando a emedebista se ausentou por motivo de saúde.
É uma espécie de suplente profissional. A estratégia não é nova. Candidatos ao Senado buscam pessoas de alto poder aquisitivo como suplentes à espera de doações generosas na campanha. Doações de pessoas físicas são legais, apenas empresas não podem contribuir.
O empresário também é famoso por, em 2013, ter beijado a modelo Kate Moss. Ele pagou US$ 50 mil por isso, em um leilão beneficente.
Enquanto isso,
Rose de Freitas diz que ainda não bateu o martelo sobre os suplentes. Cada candidato ao Senado tem que ter dois, o primeiro e o segundo.
Ela contou à coluna, na manhã desta segunda-feira (8), que estava reunida com aliados tentando definir os nomes. "Mas isso não tem chance de sair esta semana", avaliou.
O prazo para registro de candidaturas na Justiça Eleitoral termina no próximo dia 15.
Há outra lacuna segue sem ser preenchida, o destino do ex-secretário estadual de Segurança Pública coronel Alexandre Ramalho (Podemos).
Ele já havia dito que era o Senado ou nada, mas agora analisa o que fazer.
A chapa de candidatos a deputado federal do Podemos já foi registrada na Justiça Eleitoral, com dez nomes (tem espaço para mais um), entre eles o presidente estadual do partido, Gilson Daniel, e o vice-prefeito de Vila Velha, Victor Linhalis.
A candidatura homologada na ocasião, no entanto, foi a de deputado estadual. E o registro, para esse cargo, já está feito.