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Crise

Indústria do turismo precisará se adequar aos novos tempos

Setor sofreu impacto desastroso com a pandemia. Para sair dessa situação, será preciso grande esforço na criação de atratividades inovadoras e outras medidas para a retomada

Publicado em 07 de Junho de 2021 às 02:00

Públicado em 

07 jun 2021 às 02:00
Luiz Carlos Menezes

Colunista

Luiz Carlos Menezes

luizcarlos@metronengenharia.com.br

Pessoa marca em um mapa local para onde vai viajar
Pena que a retomada dessa indústria só esteja prevista em 2022 Crédito: Piviso/Pixabay
Vivemos tempos de mudanças. A pandemia impôs à sociedade novos hábitos que ficarão indelevelmente registrados na História. São mudanças que estão atingindo praticamente todos os setores das atividades humanas e impactando fortemente a economia. 
Na indústria do turismo esse impacto foi desastroso. Difícil avaliar a magnitude das perdas sofridas por esse importantíssimo setor da economia, com vários dos seus segmentos quase paralisados.
De acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT), a Covid-19 acarretou uma redução das viagens internacionais da ordem de 70% no ano de 2020 em comparação com 2019. Imaginem as perdas das companhias aéreas e do setor hoteleiro. 
Neste cenário tão difícil para o turismo, com base no meu aprendizado de mais de vinte anos de atuação nesse setor (dois empreendimentos hoteleiros no Espírito Santo) e no acompanhamento que continuo fazendo dessa atividade econômica, considerei oportuno esses comentários acerca das agruras dessa indústria.
Apenas para que o leitor possa avaliar a abrangência e o significado econômico do turismo, onde a prestação de serviços é a essência desse setor, vou citar apenas as atividades mais relevantes: hotelaria e outras formas de hospedagem, transporte aéreo e terrestre, cruzeiros marítimos, operadoras de turismo, agências de viagens, atividades culturais (teatros, museus e monumentos históricos), bares e restaurantes, serviços de guias e de outros informais, comércio de produtos turísticos, etc. O impacto foi tão desastroso que ficou difícil estimar o gigantesco número de empregos sacrificados mundo afora.
Focando apenas nos três principais segmentos do turismo – de lazer, de eventos e de negócios –, ao vermos reuniões de negócios por videoconferência, proibição de congressos e exposições, interdição de museus e monumentos históricos, fechamento do comércio, bares e restaurantes, fica evidente o gigantesco impacto econômico que a pandemia causou nesse setor.
Com efeito, para que a indústria do turismo saia dessa difícil situação, é preciso, além de adequações aos novos hábitos que a pandemia impôs à sociedade ­– e sabemos que muitos vieram para ficar –, um grande esforço na criação de atratividades inovadoras e outras medidas para a retomada desse setor.
Trata-se, portanto, de um grande desafio. E que exigirá muita inovação e um grande esforço das entidades representativas desse setor e de toda a sua imensa cadeia produtiva.
Pena que a retomada dessa indústria só esteja prevista em 2022.

Luiz Carlos Menezes

É engenheiro civil, empresário e conselheiro da Ademi-ES. Desenvolvimento urbano, tráfego e mobilidade urbana são os destaques deste espaço. Escreve quinzenalmente, às segundas

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