É na crise que se conhece o verdadeiro líder! Pelo menos é o que reza o ditado. Ao invés de afirmar, melhor é questionar: será mesmo? Afinal, diante de tantos desafios à frente, ao observar os ocupantes de cargos públicos de direção no país e aqui no Espírito Santo, é urgente saber se os líderes atuais conseguem reunir qualidades para auxiliar na superação desta crise.
Um bom exercício é perguntar quem atua a favor da ciência, da informação de fonte segura, contra as fake news e na defesa dos direitos humanos, mas acima de tudo, em meio às mil mortes diárias da Covid, quem de fato acredita e luta a favor da vida. Afinal, por que temos que ser liderados? A resposta mais óbvia é que estamos numa democracia, com leis e regras. Elegemos representantes para governar, gerir e administrar crises, conflitos e fazer as leis funcionarem para o bom andamento do governo da cidade. Um sinal claro da falta que faz um bom líder se dá em tempos como este.
E o que fazer quando o próprio líder se torna um problema e faz tudo ao contrário? O que fazer quando o presidente do país fica de costas para a agonia e a dor do povo que governa, causa tumulto e deixa claro que é contra as ações para vencer a pandemia? A ação desastrosa da presidência é o principal fator gerador de morte. O poder devastador e destruidor do presidente do país se tornou um grave problema para os governadores e para o povo. Crises sempre existem, mas esta não é qualquer uma. Ela foi agravada pela incompetência do governo Bolsonaro.
É uma somatória da falta de articulação política, resultados pífios na economia e descontrole total na área sanitária. O que já está dado é que a polarização política, de viés ideológico fundamentalista doentio, orquestrada por este desgoverno do presidente Bolsonaro, dificulta, emperra e faz a vida das pessoas se tornarem um “inferno”.
A polarização acirrada pela atuação do presidente Bolsonaro eleva o grau inaceitável da crise na saúde. Ela revela a perversidade do presidente e o despreparo dos seus ministros para conduzir o país. Além de não conduzirem a gestão da pandemia em favor do povo, atropelam e dificultam a o trabalho sério e difícil dos governadores que agem a favor do controle da pandemia em seus Estados.
Diante deste quadro de crise gestado pela falta de prudência e atuação do presidente, o que pode ser feito? Desde o começo o que se exige de um líder é trabalhar em harmonia e cooperação com outros poderes e toda sociedade. É o que faz a maioria dos governadores, e o governo do Estado, Renato Casagrande.
Enquanto Bolsonaro nada faz, os governadores se unem para tomar o controle da pandemia. E o governador Renato Casagrande atua junto com outros 17 líderes no país para que a vacina e os efeitos positivos das ações de combate ao coronavírus possam chegar a todos e trazer resultados para a vida dos capixabas.
Enquanto isso, o que você pode fazer? Cada capixaba que defende a política comprometida com a vida pode contribuir e participar deste momento de forma mais intensa. Esta crise que atinge a família e a casa de cada capixaba pede e exige um esforço pessoal urgente a favor da democracia.
Ou o povo se une no apoio ao governo capixaba, que atua com bom senso e a responsabilidade que pede o cargo, ou fica refém de malucos e insanos, que atuam embalados pela política negacionista e genocida do presidente Bolsonaro. Agora é a hora de reagir de forma democrática, sob pena do Brasil ficar refém de milícias armadas e perigosas, que trabalham para levar o país para um verdadeiro faroeste, terreno que dominam muito bem.
*Este texto não traduz, necessariamente, a opinião de A Gazeta