O julgamento foi designado pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Vitória, em decisão do final de janeiro. Pelo menos nove pessoas devem prestar seus testemunhos de forma presencial, assim como o réu.
A defesa de Torrezani não foi localizada, mas o espaço segue aberto a manifestação.
Quando os policiais chegaram ao local, o soldado estava com a arma nas mãos e a vítima caída no chão. Em uma primeira versão, Lucas Torrezani contou que estava bebendo com os amigos, quando Guilherme o atacou. O militar disse que reagiu e atirou uma vez.
A síndica do condomínio onde os dois moravam contou outra versão, de que a vítima não reagiu e nem tentou desarmar o militar. Horas após o crime, ele foi liberado para responder o processo em liberdade.
Mas ao longo da investigação a Polícia Civil identificou que não se tratava de um caso de legítima defesa, e fez o pedido de prisão do policial.